Corte mantém liminar que estica prazo de adequação do Grupo Clarín à Lei de Meios

A Suprema Corte da Argentina manteve na última quinta-feira (12/11) uma liminar que mantém prazos mais longos para o Grupo Clarín

Atualizado em 13/11/2015 às 15:11, por Redação Portal IMPRENSA.

A Suprema Corte da Argentina manteve na última quinta-feira (12/11) uma liminar que mantém prazos mais longos para o Clarín se adaptar à Lei de Meios do país – que obriga empresas de comunicação a se desfazerem de concessões de rádio, TV aberta e por assinatura como forma de diminuir a concentração midiática.

Crédito:Reprodução/Clarín Grupo terá prazo mais longo para desinvestir e se adequar à lei
Segundo a Folha de S.Paulo , a corte negou o recurso movido pela Autoridade Federal de Serviços de Comunicação Audiovisual (Afsca) ressaltando que "não caberia recurso a uma decisão que ainda não é definitiva".

A liminar ao Clarín foi concedida em novembro de 2014, após processo movido pela própria Afsca como forma de obrigar o grupo a leiloar suas licenças de rádio e TV. A pressão governamental reforça ainda mais a tentativa da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, em acabar com a presença de veículos opositores no país.