Corte da Suécia ratifica ordem de prisão contra fundador do WikiLeaks
Corte da Suécia ratifica ordem de prisão contra fundador do WikiLeaks
Atualizado em 02/12/2010 às 12:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Depois de ser incluído na lista de da Interpol, o fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, teve ordem de prisão ratificada pela Suprema Corte da Suécia nesta quinta-feira (02). Assange é acusado de ter cometido crimes sexuais no país em agosto, quando participou de conferências sobre a atuação de sua página da web.
De acordo com o portal Veja.com, ao ratificar a ordem de prisão, a Corte sueca alegou que não havia motivos para revogar o pedido emitido pela Interpol. Na última quarta (01/12), a organização enviou um alerta urgente de captura aos seus 188 países membros.
O responsável pelo WikiLeaks, cidadão australiano, não mantinha residência fixa por medidas de segurança. Porém, segundo reportagem do jornal Independent , Assange estaria no Reino Unido, mas a polícia local evitou cumprir o mandato de captura emitido pela Interpol. O fundador do site teria informado seus contatos - como telefone e local onde está hospedado - às autoridades britânicas assim que chegou ao país.
Em agosto, duas mulheres acusaram o australiano de tê-las estuprado e agredido, fato negado por Assange. As autoridades suecas chegaram a procurá-lo durante as investigações sobre os crimes sexuais, porém ele teve a ordem de prisão revogada. O caso foi reaberto em setembro pela promotoria da Suécia.
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De acordo com o portal Veja.com, ao ratificar a ordem de prisão, a Corte sueca alegou que não havia motivos para revogar o pedido emitido pela Interpol. Na última quarta (01/12), a organização enviou um alerta urgente de captura aos seus 188 países membros.
O responsável pelo WikiLeaks, cidadão australiano, não mantinha residência fixa por medidas de segurança. Porém, segundo reportagem do jornal Independent , Assange estaria no Reino Unido, mas a polícia local evitou cumprir o mandato de captura emitido pela Interpol. O fundador do site teria informado seus contatos - como telefone e local onde está hospedado - às autoridades britânicas assim que chegou ao país.
Em agosto, duas mulheres acusaram o australiano de tê-las estuprado e agredido, fato negado por Assange. As autoridades suecas chegaram a procurá-lo durante as investigações sobre os crimes sexuais, porém ele teve a ordem de prisão revogada. O caso foi reaberto em setembro pela promotoria da Suécia.
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