Correspondente espanhol afirma ter sido deportado da Venezuela
Correspondente da Deutsche Welle (DW), o espanhol Aitor Sáez afirmou no último domingo (22/1) ter sido deportado da Venezuela. O jornalista viajou ao país para cobrir manifestações a favor e contra o governo de Nicolás Maduro, previstas para acontecer nesta segunda-feira (23/1).
Atualizado em 23/01/2017 às 17:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
De acordo com O Globo e a AFP, a denúncia foi confirmada pelo maior sindicato de jornalistas da Venezuela, que classificou a medida como uma ameaça à liberdade de imprensa.
“Uma tristeza imensa por não poder estar onde deveria, na Venezuela fazendo meu trabalho”, escreveu Aitor Sáez no Twitter depois de chegar a Bogotá (Colômbia), para onde foi enviado pelas autoridades venezuelanas.
Segundo seu relato, funcionários do Serviço Administrativo de Identificação, Migração e Estrangeiros (Saime) o declararam “inadmissível” ao aterrissar no aeroporto internacional de Maiquetía, a 25 km de Caracas. O repórter já havia feito cinco visitas anteriores ao país no período de um ano.
“O governo insiste em silenciar a imprensa e isolar o país (...). Com o eufemismo de ‘inadmitido’, deporta Aitor Sáez”, declarou o Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (SNTP).





