Correspondente do "NYT" relata espírito solidário no Nepal após terremoto
Réplica do terremoto quase a jogou no chão. "Parecia uma grande árvore caindo", comparou
Atualizado em 27/04/2015 às 13:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
A repórter Donatella Lorch, correspondente do jornal americano The New York Times , que mora há dois anos em Katmandu, cidade mais atingida pelo terremoto no , relatou, em testemunho publicado nesta segunda-feira (27/4), o espírito generoso e de solidariedade no país.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista relata ações de solidariedade entre o povo nepalense após terremoto
No último sábado (25/4), próximo ao horário do terremoto, às 11h45, Donatella e seu filho de 10 anos, Lucas, desciam de carro uma serra para almoçar em Patan, cidade separada de Katmandu pelo rio Bagmati. No primeiro tremor, ela pensou que um pneu havia furado.
"Perdi o controle do carro e me senti empurrada para a direita e para a esquerda como se tivéssemos sido atingidos por pedras que rolavam", relatou. A jornalista conseguiu dirigir até a sua casa, que, até o momento, estava intacta.
Com medo, Donatella começou a tirar os equipamentos de emergência para fora de sua casa. Enquanto subia as escadas, uma .
À noite, ela e o filho desceram a rua e chegaram a uma vila. Ao andar pelas ruelas, viram prédios destruídos. Moradores, policiais e escoteiros usavam as mãos para cavar os escombros na tentativa de resgatar soterrados. Outros montavam abrigos improvisados.
"Vizinhos ajudando vizinhos. Motociclistas entregando lonas das lojas que ainda estavam abertas. Muitas pessoas nos pararam e perguntaram se precisávamos de comida ou água. Muitos nos chamaram para passar a noite com eles. É por isso que eu amo o Nepal. Meu coração dói pelo país e pelos que se foram, mas somos impulsionados pelo generoso espírito deste povo", finalizou.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista relata ações de solidariedade entre o povo nepalense após terremoto
No último sábado (25/4), próximo ao horário do terremoto, às 11h45, Donatella e seu filho de 10 anos, Lucas, desciam de carro uma serra para almoçar em Patan, cidade separada de Katmandu pelo rio Bagmati. No primeiro tremor, ela pensou que um pneu havia furado.
"Perdi o controle do carro e me senti empurrada para a direita e para a esquerda como se tivéssemos sido atingidos por pedras que rolavam", relatou. A jornalista conseguiu dirigir até a sua casa, que, até o momento, estava intacta.
Com medo, Donatella começou a tirar os equipamentos de emergência para fora de sua casa. Enquanto subia as escadas, uma .
À noite, ela e o filho desceram a rua e chegaram a uma vila. Ao andar pelas ruelas, viram prédios destruídos. Moradores, policiais e escoteiros usavam as mãos para cavar os escombros na tentativa de resgatar soterrados. Outros montavam abrigos improvisados.
"Vizinhos ajudando vizinhos. Motociclistas entregando lonas das lojas que ainda estavam abertas. Muitas pessoas nos pararam e perguntaram se precisávamos de comida ou água. Muitos nos chamaram para passar a noite com eles. É por isso que eu amo o Nepal. Meu coração dói pelo país e pelos que se foram, mas somos impulsionados pelo generoso espírito deste povo", finalizou.





