Correspondente do Estadão critica artigo de Ruy Castro sobre 11/9
O correspondente do Estado de S. Paulo em Nova Iorque e blogueiro, Gustavo Chacra, criticou o artigo de Ruy Castro, publicadono caderno especial sobre o 11 de setembro na Folha de S.
Atualizado em 12/09/2011 às 11:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
S. Paulo em Nova Iorque e , Gustavo Chacra, criticou o artigo de Ruy Castro, publicado no caderno especial sobre o 11 de setembro na Folha de S.Paulo , no último domingo (11).
O artigo de Castro, intitulado "Sem o 11/9, Obama não teria posado com a camisa do Flamengo", o colunista imagina como estaria o mundo atualmente, caso o atentado às Torres Gêmeas não tivesse ocorrido. Segundo ele, Sadam Hussein estaria vivo, George W. Bush não seria reeleito e Osama bin Laden estaria livre por aí. Ele acredita, também, que o mundo não viveria na atmosfera de medo em aeroportos, pelos quais transeuntes submetem-se a inspeções minuciosas, e também que Obama seria um "político desconhecido".
Em seu o correspondente, que escreve em seu blog sobre política internacional e Oriente Médio, declara discordar do artigo e enumera seus argumentos.
"Ruy Castro diz que a arquitetura nas nuvens acabou. Errado. A nova torre do WTC é mais alta, sem falar no prédio do Frank Gehry; Ruy Castro diz que Bush não seria reeleito - impossível saber. Mas, com uma economia boa, deveria ser reeleito; Ruy Castro diz que Obama seria desconhecido - com base em que? O carisma ele tem de qualquer forma. Talvez nao fosse presidente; Ruy Castro diz que nunca tinham ouvido falar de Bin Laden - Talvez ele, mas quem acompanha política internacional conhecia o saudita".
O jornalista diz estar "chocado" ao saber que Ruy Castro não conhecia o líder da Al Qaeda antes dos atentados e, ainda, "assumir isso publicamente". Faz uma última crítica ao colunista, afirmando que "ele é um ótimo jornalista de cultura querendo falar de política internacional. É como um neurocirurgiao fazer uma cirurgia cardíaca".
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O artigo de Castro, intitulado "Sem o 11/9, Obama não teria posado com a camisa do Flamengo", o colunista imagina como estaria o mundo atualmente, caso o atentado às Torres Gêmeas não tivesse ocorrido. Segundo ele, Sadam Hussein estaria vivo, George W. Bush não seria reeleito e Osama bin Laden estaria livre por aí. Ele acredita, também, que o mundo não viveria na atmosfera de medo em aeroportos, pelos quais transeuntes submetem-se a inspeções minuciosas, e também que Obama seria um "político desconhecido".
Em seu o correspondente, que escreve em seu blog sobre política internacional e Oriente Médio, declara discordar do artigo e enumera seus argumentos.
"Ruy Castro diz que a arquitetura nas nuvens acabou. Errado. A nova torre do WTC é mais alta, sem falar no prédio do Frank Gehry; Ruy Castro diz que Bush não seria reeleito - impossível saber. Mas, com uma economia boa, deveria ser reeleito; Ruy Castro diz que Obama seria desconhecido - com base em que? O carisma ele tem de qualquer forma. Talvez nao fosse presidente; Ruy Castro diz que nunca tinham ouvido falar de Bin Laden - Talvez ele, mas quem acompanha política internacional conhecia o saudita".
O jornalista diz estar "chocado" ao saber que Ruy Castro não conhecia o líder da Al Qaeda antes dos atentados e, ainda, "assumir isso publicamente". Faz uma última crítica ao colunista, afirmando que "ele é um ótimo jornalista de cultura querendo falar de política internacional. É como um neurocirurgiao fazer uma cirurgia cardíaca".
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