Correspondente da AFP é agredido e preso pelas forças de segurança no Burundi
O correspondente da AFP no Burundi, Esdras Ndikumana, foi preso e agredido pelas forças de segurança no último domingo (2/8), após fazer imagens do local onde foi morto o general Adolphe Nshimirimana, vítima de um atentado.
Atualizado em 03/08/2015 às 10:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Burundi, Esdras Ndikumana, foi preso e pelas forças de segurança no último domingo (2/8), após fazer imagens do local onde foi morto o general Adolphe Nshimirimana, vítima de um atentado.
Crédito:Reprodução/Twitter Esdras Ndikumana foi agredido durante cobertura no Burundi
À AFP, o jornalista, que também trabalha para a rádio francesa RFI, disse que estava trabalhando no local do ataque quando foi detido por integrantes do Serviço Nacional de Inteligência, que o levaram para suas instalações.
Ele passou duas horas detido e foi agredido nas costas, pernas e pés. Após ser libertado pelo grupo, Ndikumana foi encaminhado para um hospital com ferimentos e suspeita de um dedo fraturado.
A diretora de Informação da AFP, Michèle Léridon, afirmou que estava "muito comovida" com a agressão contra o jornalista. "Vamos pedir explicações às autoridades do Burundi e garantir que não volte a acontecer um incidente como este", ressaltou em comunicado.
Crédito:Reprodução/Twitter Esdras Ndikumana foi agredido durante cobertura no Burundi
À AFP, o jornalista, que também trabalha para a rádio francesa RFI, disse que estava trabalhando no local do ataque quando foi detido por integrantes do Serviço Nacional de Inteligência, que o levaram para suas instalações.
Ele passou duas horas detido e foi agredido nas costas, pernas e pés. Após ser libertado pelo grupo, Ndikumana foi encaminhado para um hospital com ferimentos e suspeita de um dedo fraturado.
A diretora de Informação da AFP, Michèle Léridon, afirmou que estava "muito comovida" com a agressão contra o jornalista. "Vamos pedir explicações às autoridades do Burundi e garantir que não volte a acontecer um incidente como este", ressaltou em comunicado.





