Corrente pra frente
Corrente pra frente
Em 2007 a Fifa anunciava o Brasil como sede da Copa de 2014. Apesar do grande otimismo com a realização do evento por aqui - fortificada pouco tempo depois pela eleição do Rio de Janeiro como cidade olímpica de 2016 -, os pessimistas de plantão alertavam para a falta de estrutura brasileira para receber um evento de tamanho porte. O ápice da preocupação era a famosa corrupção no país, responsável por superfaturar obras e desobedecer prazos. Tal panorama atingia em cheio a falta de infra-estrutura para turismo receptivo no país, um dos principais problemas dos grandes eventos que virão. Quase quatro anos se passaram e os pessimistas de outrora são os realistas de hoje.
Uma grande pauta para a imprensa, portanto. Porém, conforme apurou a revista IMPRENSA na seção "Setorial" de sua edição de janeiro/feveiro (" ", pág. 50, número 264), a mídia brasileira tem se concentrado na cobrança das reformas e construção de estádios e na melhoria da infra- estrutura e tráfego aéreo. Outras questões importantes que dizem respeito à melhoria do turismo receptivo brasileiro passa ao largo da grande mídia ou é pouco abordada, como o investimento em hospedagens alternativas, a escassez de mão de obra qualificada e a antecipação de calendários pelos veículos especializados.
*Colaboração Ana Ignacio, da Redação
Veja a seguir as íntegras das opiniões de quem acompanha o assunto na mídia brasileira:






