Corpo de jornalista sequestrado no México é encontrado em Veracruz
O corpo do jornalista Moisés Sánchez Cerezo, que havia sido sequestrado no dia 2 de janeiro, foi encontrado no último domingo (25/01) em Veracruz, no leste do México, informou a AFP.
Atualizado em 26/01/2015 às 15:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
O cadáver estava enrolado num saco plástico preto no município de Manilo Fabio Altamirano e foi descoberto após a confissão de um ex-policial detido durante as investigações.
Crédito:Reprodução/Artigo 19 Corpo do jornalista foi encontrado dentro de saco plástico
Em depoimento, o agente de segurança afirmou que outras cinco pessoas participaram do crime, sob "ordem direta" de Martín López Meneses, vice-diretor da polícia municipal de Medellín. No comunicado, divulgado pouco depois da coletiva de imprensa com o promotor Luis Ángel Bravo, a promotoria afirmou que Meneses também atua como motorista e segurança particular do prefeito Omar Cruz Reyes.
Diretor e editor do jornal La Unión , Cerezo reportava, entre outros temas, a violência do narcotráfico no município. Segundo a ONG Artigo 19, o "jornalismo e ativismo" do jornalista irritou Reyes. No mesmo dia em que foi divulgado o balanço anual da cidade, o La Unión denunciou a descoberta de dois cadáveres dentro de sacos.
Nas redes sociais, o jornalista disse que recebia ameaças de morte. No dia do sequestro, nove homens armados invadiram sua residência e levaram também o computador, câmera e o celular do profissional.
Crédito:Reprodução/Artigo 19 Corpo do jornalista foi encontrado dentro de saco plástico
Em depoimento, o agente de segurança afirmou que outras cinco pessoas participaram do crime, sob "ordem direta" de Martín López Meneses, vice-diretor da polícia municipal de Medellín. No comunicado, divulgado pouco depois da coletiva de imprensa com o promotor Luis Ángel Bravo, a promotoria afirmou que Meneses também atua como motorista e segurança particular do prefeito Omar Cruz Reyes.
Diretor e editor do jornal La Unión , Cerezo reportava, entre outros temas, a violência do narcotráfico no município. Segundo a ONG Artigo 19, o "jornalismo e ativismo" do jornalista irritou Reyes. No mesmo dia em que foi divulgado o balanço anual da cidade, o La Unión denunciou a descoberta de dois cadáveres dentro de sacos.
Nas redes sociais, o jornalista disse que recebia ameaças de morte. No dia do sequestro, nove homens armados invadiram sua residência e levaram também o computador, câmera e o celular do profissional.





