Conselho do Irã suspende jornal e adverte veículos que criticaram acordo nuclear
O Conselho Supervisor de Imprensa do Irã suspendeu as atividades do jornal 9 Dey e alertou outros dois veículos de mídia - o Kayhan e o RajaNews - a não criticarem o acordo nuclear firmado em julho com potências mundiais, informou a agência de notícias Isna.
Atualizado em 04/08/2015 às 10:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
do suspendeu as atividades do jornal 9 Dey e alertou outros dois veículos de mídia - o Kayhan e o Raja News - a não criticarem o acordo nuclear firmado em julho com potências mundiais, informou a agência de notícias Isna.
Crédito:Reprodução Jornal "9 Dey" teve atividades suspensas pelo governo do Irã
De acordo com a Reuters, o 9 Dey foi suspenso após acusar negociadores do Teerã de ultrapassarem as linhas vermelhas impostas pelo líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, nas negociações, e encaminhou o caso para um tribunal.
Já o influente diário conservador Kayhan e o site Raja News foram alertados depois que críticos afirmaram que negociadores iranianos fizeram concessões demais para obter o pacto histórico do dia 14 de julho.
O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) listou o Irã como o 7º país mais censurado do mundo em seu relatório anual de 2015, enfatizando que a situação “não melhorou com Rouhani, apesar das esperanças da Organização das Nações Unidas (ONU) e dos grupos de direitos humanos”.
Em fevereiro de 2014, o Conselho de Segurança do Supremo Tribunal processou um jornalista conservador do Vatan-e Emrooz por criticar a política externa de Rouhani.
Crédito:Reprodução Jornal "9 Dey" teve atividades suspensas pelo governo do Irã
De acordo com a Reuters, o 9 Dey foi suspenso após acusar negociadores do Teerã de ultrapassarem as linhas vermelhas impostas pelo líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, nas negociações, e encaminhou o caso para um tribunal.
Já o influente diário conservador Kayhan e o site Raja News foram alertados depois que críticos afirmaram que negociadores iranianos fizeram concessões demais para obter o pacto histórico do dia 14 de julho.
O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) listou o Irã como o 7º país mais censurado do mundo em seu relatório anual de 2015, enfatizando que a situação “não melhorou com Rouhani, apesar das esperanças da Organização das Nações Unidas (ONU) e dos grupos de direitos humanos”.
Em fevereiro de 2014, o Conselho de Segurança do Supremo Tribunal processou um jornalista conservador do Vatan-e Emrooz por criticar a política externa de Rouhani.





