Congresso da Abraji reúne 1,3 mil participantes de 87 países
Neste ano, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) juntou-se a outras duas grandes organizações internacionais da área para realizar uma conferência no Rio de Janeiro (RJ).
Atualizado em 14/10/2013 às 19:10, por
Maurício Kanno.
O evento, que começou no último dia 12/10, promove 152 atividades, e a estimativa é de que participem cerca de 1,3 mil pessoas, entre palestrantes e outros participantes, oriundos de 87 países.
A 8ª Conferência Global de Jornalismo Investigativo, realizada também pela Global Investigative Journalism Network e pelo Instituto Prensa y Sociedad , teve como destaques o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa e o repórter Glenn Greenwald, do jornal The Guardian , nesta segunda-feira (14/10).
discutiu a relação entre imprensa e judiciário, além das biografias não autorizadas. , que trouxe à tona diversos documentos secretos sobre a espionagem norte-americana, afirmou que há mais por vir.
Marcelo Beraba, diretor da Abraji, também destacou diversos outros assuntos importantes para os jornalistas, como mesas e palestras sobre esportes, em função de escândalo na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016. Outro eixo importante, de tradição da associação, foi o de corrupção e crime, incluindo lavagem de dinheiro, contrabando e narcotráfico. Inclui jornalistas de países como Colômbia, Peru, México e Europa Oriental.
Houve especial participação de jornalistas africanos neste ano, que também fizeram suas apresentações, com representantes de Nigéria, Gana e África do Sul. No domingo (13/10), por exemplo, participou jornalista da equipe Tiger Eye, que trabalha em Gana e países da região, com câmara oculta.
Essa polêmica técnica, aliás, que é usada no Brasil por programas como "Fantástico", da TV Globo, e o "Conexão Repórter", de Roberto Cabrini, no SBT, também foi bem explorada em outras mesas do evento.
Beraba afirma que a troca de experiências é sempre o ponto alto do evento. Após uma mesa que coordenou com o correspondente do El País Juan Arias e o jornalista da Folha de S.Paulo Clóvis Rossi a respeito do Vaticano, recebeu mensagens de participantes, mostrando que o debate havia motivado o interesse em trabalhar pautas sobre o assunto. "Uma coisa muito legal nesses congressos é o encontro , ter a oportunidade de ouvir repórteres narrando, reconstituindo reportagens importantes que foram feitas, como conseguiu certo dado, como se especializou em certo assunto, inspirando as pessoas”, conta.
Outro eixo foi o de laboratórios que capacitam jornalistas, seja nas ferramentas tradicionais do jornalismo, como entrevista e pesquisa; seja nas novas do mundo digital, incluindo banco de dados, softwares e busca.
A 8ª Conferência Global de Jornalismo Investigativo, realizada também pela Global Investigative Journalism Network e pelo Instituto Prensa y Sociedad , teve como destaques o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa e o repórter Glenn Greenwald, do jornal The Guardian , nesta segunda-feira (14/10).
discutiu a relação entre imprensa e judiciário, além das biografias não autorizadas. , que trouxe à tona diversos documentos secretos sobre a espionagem norte-americana, afirmou que há mais por vir.
Marcelo Beraba, diretor da Abraji, também destacou diversos outros assuntos importantes para os jornalistas, como mesas e palestras sobre esportes, em função de escândalo na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016. Outro eixo importante, de tradição da associação, foi o de corrupção e crime, incluindo lavagem de dinheiro, contrabando e narcotráfico. Inclui jornalistas de países como Colômbia, Peru, México e Europa Oriental.
Houve especial participação de jornalistas africanos neste ano, que também fizeram suas apresentações, com representantes de Nigéria, Gana e África do Sul. No domingo (13/10), por exemplo, participou jornalista da equipe Tiger Eye, que trabalha em Gana e países da região, com câmara oculta.
Essa polêmica técnica, aliás, que é usada no Brasil por programas como "Fantástico", da TV Globo, e o "Conexão Repórter", de Roberto Cabrini, no SBT, também foi bem explorada em outras mesas do evento.
Beraba afirma que a troca de experiências é sempre o ponto alto do evento. Após uma mesa que coordenou com o correspondente do El País Juan Arias e o jornalista da Folha de S.Paulo Clóvis Rossi a respeito do Vaticano, recebeu mensagens de participantes, mostrando que o debate havia motivado o interesse em trabalhar pautas sobre o assunto. "Uma coisa muito legal nesses congressos é o encontro , ter a oportunidade de ouvir repórteres narrando, reconstituindo reportagens importantes que foram feitas, como conseguiu certo dado, como se especializou em certo assunto, inspirando as pessoas”, conta.
Outro eixo foi o de laboratórios que capacitam jornalistas, seja nas ferramentas tradicionais do jornalismo, como entrevista e pesquisa; seja nas novas do mundo digital, incluindo banco de dados, softwares e busca.





