Confrontos no Cairo deixam ao menos quatro jornalistas mortos
Após mais de 630 mortes durante o massacre promovido pelo Exército egípcio contra partidários do ex-presidente Mohamed Mursi no Cairo, na úl
Após mais de 630 mortes durante o massacre promovido pelo Exército egípcio contra partidários do ex-presidente Mohamed Mursi, no Cairo, na última quarta-feira (14/8), contabiliza-se ao menos quatro jornalistas assassinados.
De acordo com O Globo, além do cinegrafista da emissora britânica Sky News e de uma repórter de um jornal com sede em Dubai, dois egípcios, um repórter e um fotógrafo, foram mortos no confronto entre agentes e manifestantes. Um fotógrafo da Reuters também foi baleado no pé enquanto cobria a ação violenta dos policiais e um correspondente da rede al-Jazeera foi preso e segue desaparecido.
O Sindicato de Jornalistas do Egito denunciou a morte de um de seus membros, Ahmed Abdel Gawad e exigiu, em nota, que as autoridades investiguem imediatamente as circunstâncias de sua morte.
As empresas também reclamam de atos violentos contra seus profissionais. Enquanto fazia a cobertura dos confrontos na praça Rabaa al-Adawia, o repórter Mike Giglio, do Daily Beast , foi espancado e teve seu computador, identidade e celular apreendidos por forças de segurança. Em um artigo publicado no jornal, ele relatou como sofreu as agressões.
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