Condenação de soldado por vazar documentos em site pode afetar imprensa nos EUA
Especialistas que aguardam a decisão da coronel Denise Lind, presidente da corte militar, acreditam que o desfecho do julgamento de Bradley
Atualizado em 19/07/2013 às 16:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Manning, soldado que entregou milhares de documentos ao WikiLeaks, pode representar um capítulo importante para o futuro da liberdade de imprensa americana.
Crédito:Divulgação Condenação de Manning poder sepultar liberdade de imprensa nos EUA
Segundo o Conjur, Manning responde por acusações de ajuda ao inimigo, espionagem, roubo à propriedade do governo e “publicação devassa” (quando material sensível é divulgado sem levar em conta os riscos à nação).
O advogado de defesa civil, David Coombs, alega que os promotores não conseguiram provar que o militar sabia que inimigos dos Estados Unidos utilizaram o WikiLeaks a seu favor. A defesa ainda afirma que o site era uma organização jornalística respeitável na época.
Para o professor Yochai Benkler, co-diretor do Centro Berkman para Internet e Sociedade, da Faculdade de Direito de Harvard, a condenação de Manning atingiria diretamente a imprensa livre, pois desestimularia a boa vontade de pessoas bem-intencionadas, mas sem coragem de fazer revelações.
Crédito:Divulgação Condenação de Manning poder sepultar liberdade de imprensa nos EUA
Segundo o Conjur, Manning responde por acusações de ajuda ao inimigo, espionagem, roubo à propriedade do governo e “publicação devassa” (quando material sensível é divulgado sem levar em conta os riscos à nação).
O advogado de defesa civil, David Coombs, alega que os promotores não conseguiram provar que o militar sabia que inimigos dos Estados Unidos utilizaram o WikiLeaks a seu favor. A defesa ainda afirma que o site era uma organização jornalística respeitável na época.
Para o professor Yochai Benkler, co-diretor do Centro Berkman para Internet e Sociedade, da Faculdade de Direito de Harvard, a condenação de Manning atingiria diretamente a imprensa livre, pois desestimularia a boa vontade de pessoas bem-intencionadas, mas sem coragem de fazer revelações.





