Conar suspende campanha que diz que jornal serve “para catar sujeira de bicho de estimação”
O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) acatou o pedido feito pela ANJ (Associação Nacional dos Jornais) e determinou a suspensão de uma campanha publicitária do Santander por depreciar os jornais.
Atualizado em 27/05/2020 às 09:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
Autorregulamentação Publicitária) acatou o pedido feito pela ANJ (Associação Nacional dos Jornais) e determinou a suspensão de uma campanha publicitária do Santander por depreciar os jornais.
Crédito:Reproduçãp
Criada para divulgar uma linha de crédito para donos de bancas de jornal, a campanha “A Gente Banca” dizia que “nos últimos anos, mais gente comprava jornal para catar sujeira de bicho de estimação do que para ler” e que “ninguém mais compra jornal em banca, todo mundo lê notícia pelo celular”.
A propaganda foi divulgada na TV e nas redes sociais.
“Era uma desinformação evidente, uma campanha depreciativa aos jornais, tanto na estética como no roteiro. Não entendemos a razão desse ataque ao defender o banco”, disse Marcelo Rech, presidente da ANJ, em entrevista à Folha.
Na decisão, o Conar diz que os anúncios falhavam em apresentar informações como fatos e que estamos em um período de aumento da audiência dos meios de comunicação.
O Conar ainda deve examinar se a propaganda está de acordo com legislações municipais ao estimular a mudança de perfil comercial das bancas de jornais.
Crédito:Reproduçãp
Criada para divulgar uma linha de crédito para donos de bancas de jornal, a campanha “A Gente Banca” dizia que “nos últimos anos, mais gente comprava jornal para catar sujeira de bicho de estimação do que para ler” e que “ninguém mais compra jornal em banca, todo mundo lê notícia pelo celular”.
A propaganda foi divulgada na TV e nas redes sociais.
“Era uma desinformação evidente, uma campanha depreciativa aos jornais, tanto na estética como no roteiro. Não entendemos a razão desse ataque ao defender o banco”, disse Marcelo Rech, presidente da ANJ, em entrevista à Folha.
Na decisão, o Conar diz que os anúncios falhavam em apresentar informações como fatos e que estamos em um período de aumento da audiência dos meios de comunicação.
O Conar ainda deve examinar se a propaganda está de acordo com legislações municipais ao estimular a mudança de perfil comercial das bancas de jornais.





