Conar exige clareza e campanha do Magazine Luiza sofrerá mudanças
O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), decidiu na última terça-feira (19/5), que a campanha do Magazine Luiza, que
Atualizado em 21/05/2015 às 18:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), decidiu na última terça-feira (19/5), que a do Magazine Luiza, que oferece o prêmio de R$ 1 milhão em barras de ouro, que podem ser usados para a compra de cinco apartamentos, deve ser alterada.
Crédito:Reprodução Campanha deverá deixar explícita questão sobre o prêmio
De acordo como iG, os consumidores que fizeram as reclamações para o órgão alegam que o prêmio não é suficiente para comprar os cinco imóveis anunciados pela loja, questionando a veracidade da campanha “Esse condomínio é meu”.
Em nota, a rede de lojas informou que concorda com a decisão e respeitará as orientações do órgão sobre as mudanças na campanha.
O relator do processo pediu a alteração na peça publicitária de forma que “não reste qualquer dúvida sobre o fato de que o condomínio é apenas uma sugestão de premiação e quais foram as bases usadas para estimar a possibilidade da aquisição de cinco casas”.
O órgão, no entanto, desconsiderou as denúncias de machismo e preconceito, mas sugeriu uma punição à agência por ter utilizado como base o valor médio de um imóvel do programa "Minha Casa Minha Vida".
Assista ao vídeo:
Crédito:Reprodução Campanha deverá deixar explícita questão sobre o prêmio
De acordo como iG, os consumidores que fizeram as reclamações para o órgão alegam que o prêmio não é suficiente para comprar os cinco imóveis anunciados pela loja, questionando a veracidade da campanha “Esse condomínio é meu”.
Em nota, a rede de lojas informou que concorda com a decisão e respeitará as orientações do órgão sobre as mudanças na campanha.
O relator do processo pediu a alteração na peça publicitária de forma que “não reste qualquer dúvida sobre o fato de que o condomínio é apenas uma sugestão de premiação e quais foram as bases usadas para estimar a possibilidade da aquisição de cinco casas”.
O órgão, no entanto, desconsiderou as denúncias de machismo e preconceito, mas sugeriu uma punição à agência por ter utilizado como base o valor médio de um imóvel do programa "Minha Casa Minha Vida".
Segundo levantamento da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio, o preço de um apartamento novo gira e torno de R$ 570 mil, mais que o dobro do valor considerado pelos imóveis do programa.
Assista ao vídeo:





