Conar deve julgar, em 45 dias, se campanha da Hope com Bündchen será suspensa

Nos últimos dias, a peça intitulada "Hope Ensina" foi alvo de 15 denúncias, que consideram a publicidade ofensiva às mulheres.

Atualizado em 30/09/2011 às 16:09, por Redação Portal IMPRENSA.

O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) deve decidir, em até 45 dias, se a propaganda da marca de lingerie Hope, com a modelo Gisele Bündchen, será suspensa ou não.
Na campanha de roupas íntimas, são retratados os problemas enfrentados por um casal quando a mulher, que é representada por Bündchen, bate o carro ou estoura o limite do cartão de crédito. Em um primeiro flash, a modelo conta o fato ao marido vestida com roupas, o que é sinalizado como "errado" pela propaganda. Em um segundo momento, ela realiza o mesmo ato somente de calcinha e sutiã, o que é evidenciado como "correto" pelo comercial.
Crédito:Divulgação Gisele Bündchen

"Em momento algum imaginamos que ofenderíamos alguém com tal campanha. Nos foi apresentada a proposta e consideramos que se tratava de uma sátira, uma brincadeira. Lamentamos que algo que era para ser divertido tenha tido outra interpretação", revela, em nota, a assessoria de Bündchen. "Os exemplos nunca tiveram a intenção de parecer sexistas, mas sim, cotidianos de um casal", defende a Hope, em comunicado.

Além das denúncias, também a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), ligada à Presidência da República, enviou ofício ao Conar pedindo pela retirada da propaganda. Para a instituição, a campanha é "sexista" e "discriminatória". Com informações dos portais G1 e iG.


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