Comunicado do IPI aponta que morreram 40 jornalistas em 2004
Comunicado do IPI aponta que morreram 40 jornalistas em 2004
Atualizado em 11/07/2005 às 10:07, por
Redação Portal Imprensa.
Quarenta profissionais foram assassinados no ano passado, enquanto investigavam casos de corrupção, tráfico de drogas ou atividades ilegais, informou um comunicado de Johann P. Fritz, diretor do IPI (Instituto Internacional da Imprensa) divulgado na última sexta-feira. Segundo a nota distribuída à imprensa, "a maioria dessas crimes estão impunes e em sua maioria sem o devido acompanhamento investigativo das autoridades responsáveis". O IPI é a uma rede mundial de editores e jornalistas de 120 países.
No comunicado, Fritz aponta que "muitos jornalistas morrem em decorrência dos conflitos bélicos que estão cobrindo, mas que é ainda maior o número daqueles que viram alvo de uma agressão que visa a silenciar seus trabalhos".
"No front"
O Iraque é apontado como o país mais perigoso para os jornalistas. "Até o momento 11 profissionais já morreram em território iraquiano". Outros países também se destacam no informe da IPI, Líbia, Líbano e Filipinas com seis mortes; Bangladesh, Brasil, Colômbia, Haiti, México, Paquistão e Somália, com duas mortes cada.
No comunicado, Fritz aponta que "muitos jornalistas morrem em decorrência dos conflitos bélicos que estão cobrindo, mas que é ainda maior o número daqueles que viram alvo de uma agressão que visa a silenciar seus trabalhos".
"No front"
O Iraque é apontado como o país mais perigoso para os jornalistas. "Até o momento 11 profissionais já morreram em território iraquiano". Outros países também se destacam no informe da IPI, Líbia, Líbano e Filipinas com seis mortes; Bangladesh, Brasil, Colômbia, Haiti, México, Paquistão e Somália, com duas mortes cada.






