Companheiro de Greenwald entra com recurso contra prisão em Londres
David Miranda havia sido interrogado por mais de nove horas e preso pelas autoridades locais, que apreenderam seus bens pessoais.
Atualizado em 15/05/2014 às 15:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
Nesta quinta-feira (15/4), o jornal britânico The Guardian informou que o brasileiro David Miranda, que colaborou com o vazamento de documentos da segurança nacional norte-americana, recebeu permissão para apelar contra sua detenção em agosto do ano passado no Aeroporto de Heathrow, em Londres. Na ocasião, elea foi interrogado por mais de nove horas e preso pelas autoridades locais.
Crédito:Agência Brasil Companheiro do jornalista vai recorrer da prisão no aeroporto de Londres em 2013
De acordo com o portal de notícias G1, os oficiais agiram de acordo com a lei do Ato Terrorista, de 2000, que permite a interceptação de indivíduos, pesquisa e aplicação de interrogatório em aeroportos, portos e áreas de fronteira. O brasileiro se tornou suspeito por ser companheiro de Glenn Greenwald, jornalista responsável por revelar as informações vazadas pelo ex-consultor de inteligência americano Edward Snowden, e colaboração com a divulgação de casos.
Em julgamento para avaliar os fatos, três juízes da Alta Corte inglesa seguiram o entendimento de que a prisão foi legal e proporcional às circunstâncias, onde não teriam sido violados os direitos humanos e a liberdade de expressão. Durante a abordagem que resultou na detenção de Miranda, autoridades britânicas apreenderam os pertences do brasileiro, entre eles uma mídia eletrônica que, segundo os oficiais, continha 58 mil documentos da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, e do Quartel-General de Comunicações do Governo (GCHQ) inglês.
Com a abertura de um precedente registrado em um caso similar no país, a Justiça teve que permitir a apelação de Miranda. “Ao dar luz verde para o caso, a corte de apelações notou a importância das questões e os argumentos legais levantados”, afirmou o advogado de defesa, Gwendolen Morgan.
Crédito:Agência Brasil Companheiro do jornalista vai recorrer da prisão no aeroporto de Londres em 2013
De acordo com o portal de notícias G1, os oficiais agiram de acordo com a lei do Ato Terrorista, de 2000, que permite a interceptação de indivíduos, pesquisa e aplicação de interrogatório em aeroportos, portos e áreas de fronteira. O brasileiro se tornou suspeito por ser companheiro de Glenn Greenwald, jornalista responsável por revelar as informações vazadas pelo ex-consultor de inteligência americano Edward Snowden, e colaboração com a divulgação de casos.
Em julgamento para avaliar os fatos, três juízes da Alta Corte inglesa seguiram o entendimento de que a prisão foi legal e proporcional às circunstâncias, onde não teriam sido violados os direitos humanos e a liberdade de expressão. Durante a abordagem que resultou na detenção de Miranda, autoridades britânicas apreenderam os pertences do brasileiro, entre eles uma mídia eletrônica que, segundo os oficiais, continha 58 mil documentos da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, e do Quartel-General de Comunicações do Governo (GCHQ) inglês.
Com a abertura de um precedente registrado em um caso similar no país, a Justiça teve que permitir a apelação de Miranda. “Ao dar luz verde para o caso, a corte de apelações notou a importância das questões e os argumentos legais levantados”, afirmou o advogado de defesa, Gwendolen Morgan.





