Comissão solicita novas explicações de Thomas Traumann sobre documento da Secom
Ele terá uma prazo de 10 dias para responder às dúvidas
Atualizado em 19/05/2015 às 10:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu solicitar mais esclarecimentos ao ex-ministro e jornalista sobre documento da Secretaria de Comunicação Social (Secom) que indicava um cenário de "caos político" e "comunicação errática" no governo. Ele terá uma prazo de dez dias para responder às dúvidas.
Crédito:Agência Brasil Ex-ministro terá de confirmar informações enviadas pela Secom
De acordo com o Estadão , o colegiado já havia cobrado informações de Traumann. "Ele [Traumann] mandou as informações, depois nós pedimos à Secom, a Secom deu outras informações, pedimos pra ele falar sobre as informações da Secom. É rechecar informações", informou o presidente da Comissão de Ética, Américo Lacombe.
A Comissão de Ética abriu processo contra o jornalista no dia 24 de março, cinco dias após a reunião que havia sido realizada com todos os conselheiros. No dia seguinte à abertura do processo, Traumann pediu demissão à presidente Dilma Rousseff (PT).
O documento indica ainda que os apoiadores da presidente estão levando uma "goleada" da oposição nas redes sociais e vê como saída o investimento maciço em publicidade oficial em São Paulo, cidade gerenciada pelo petista Fernando Haddad e que virou o epicentro dos protestos anti-Dilma no dia 15 de março.
Crédito:Agência Brasil Ex-ministro terá de confirmar informações enviadas pela Secom
De acordo com o Estadão , o colegiado já havia cobrado informações de Traumann. "Ele [Traumann] mandou as informações, depois nós pedimos à Secom, a Secom deu outras informações, pedimos pra ele falar sobre as informações da Secom. É rechecar informações", informou o presidente da Comissão de Ética, Américo Lacombe.
A Comissão de Ética abriu processo contra o jornalista no dia 24 de março, cinco dias após a reunião que havia sido realizada com todos os conselheiros. No dia seguinte à abertura do processo, Traumann pediu demissão à presidente Dilma Rousseff (PT).
O documento indica ainda que os apoiadores da presidente estão levando uma "goleada" da oposição nas redes sociais e vê como saída o investimento maciço em publicidade oficial em São Paulo, cidade gerenciada pelo petista Fernando Haddad e que virou o epicentro dos protestos anti-Dilma no dia 15 de março.





