Comissão pede liberdade de jornalista condenado por “terrorismo” em Marrocos
Na última segunda-feira (23/9), uma comissão de apoio pediu a libertação de um jornalista marroquino condenado a quatro anos de prisão com base na lei antiterrorista do país.
Atualizado em 24/09/2013 às 18:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Mustafa Hasnaoui, que trabalha na publicação quinzenal Assabil, foi preso após uma “reportagem sobre os refugiados sírios e sobre os ‘jihadistas’”.
Segundo informações do jornal Sol , o profissional foi detido em maio ao voltar de uma viagem à Turquia e foi condenado no dia 11 de julho, em primeira instância. O julgamento de seu recurso está marcado para o dia 14 de outubro.
Hasnaoui é acusado de “atentado à segurança nacional e constituição de uma organização terrorista”, “estada no estrangeiro com o propósito de fazer uma ‘jihad’ [guerra santa]”.
Numa conferência de imprensa no país, a comissão de apoio ao jornalista clamou a sua inocência e exigiu a sua libertação. Hasnaoui se deslocou para Turquia para “realizar uma reportagem na região fronteiriça com a Síria sobre os refugiados, bem como sobre os 'jihadistas' marroquinos”, informou a comissão em comunicado.
Em uma carta datada do início de setembro, o jornalista ainda denuncia "assédio das autoridades" e um "atentado à liberdade de expressão".
Segundo informações do jornal Sol , o profissional foi detido em maio ao voltar de uma viagem à Turquia e foi condenado no dia 11 de julho, em primeira instância. O julgamento de seu recurso está marcado para o dia 14 de outubro.
Hasnaoui é acusado de “atentado à segurança nacional e constituição de uma organização terrorista”, “estada no estrangeiro com o propósito de fazer uma ‘jihad’ [guerra santa]”.
Numa conferência de imprensa no país, a comissão de apoio ao jornalista clamou a sua inocência e exigiu a sua libertação. Hasnaoui se deslocou para Turquia para “realizar uma reportagem na região fronteiriça com a Síria sobre os refugiados, bem como sobre os 'jihadistas' marroquinos”, informou a comissão em comunicado.
Em uma carta datada do início de setembro, o jornalista ainda denuncia "assédio das autoridades" e um "atentado à liberdade de expressão".





