Comissão de Ética abre processo para apurar conduta de ex-ministro da Secom
Jornalista Thomas Traumann deixou o cargo após divulgação de documento interno que apontava "caos político" no governo
Atualizado em 07/04/2015 às 09:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Comissão de Ética Pública da Presidência da República abriu um processo para investigar a conduta do ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), o jornalista Thomas Traumann.
Crédito:Agência Brasil Ex-ministro da Secom foi convidado a dar explicações na Comissão de Ética Pública
Segundo o Estadão Conteúdo, o conselheiro Mauro de Azevedo Menezes, relator do caso na Comissão de Ética, se manifestou favorável à "abertura de processo de apuração de infração ética, bem como a aplicação das sanções e recomendações cabíveis".
Traumann deixou a pasta após o Estadão revelar com exclusividade um documento interno no qual a Secom indicava "caos político" no governo. O texto dizia que os apoiadores da presidente Dilma Rousseff estavam levando uma "goleada" da oposição nas redes sociais e apontava como saída o investimento em publicidade oficial.
O processo foi aberto no dia 24 do mês passado. No dia seguinte, o jornalista pediu exoneração do cargo. A Comissão de Ética da Presidência foi provocada por um requerimento apresentado pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que já aprovou na Comissão de Comunicação do Senado pedido para que o ex-ministro seja convidado a esclarecer o conteúdo do documento. Como é um convite, Traumann pode recusar ou marcar a data.
A decisão de abrir processo contra o jornalista partiu do próprio presidente da Comissão, Américo Lacombe. O ex-ministro terá dez dias para prestar explicações. Como já deixou o cargo, a única sanção cabível contra ele é uma censura ética.
Crédito:Agência Brasil Ex-ministro da Secom foi convidado a dar explicações na Comissão de Ética Pública
Segundo o Estadão Conteúdo, o conselheiro Mauro de Azevedo Menezes, relator do caso na Comissão de Ética, se manifestou favorável à "abertura de processo de apuração de infração ética, bem como a aplicação das sanções e recomendações cabíveis".
Traumann deixou a pasta após o Estadão revelar com exclusividade um documento interno no qual a Secom indicava "caos político" no governo. O texto dizia que os apoiadores da presidente Dilma Rousseff estavam levando uma "goleada" da oposição nas redes sociais e apontava como saída o investimento em publicidade oficial.
O processo foi aberto no dia 24 do mês passado. No dia seguinte, o jornalista pediu exoneração do cargo. A Comissão de Ética da Presidência foi provocada por um requerimento apresentado pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que já aprovou na Comissão de Comunicação do Senado pedido para que o ex-ministro seja convidado a esclarecer o conteúdo do documento. Como é um convite, Traumann pode recusar ou marcar a data.
A decisão de abrir processo contra o jornalista partiu do próprio presidente da Comissão, Américo Lacombe. O ex-ministro terá dez dias para prestar explicações. Como já deixou o cargo, a única sanção cabível contra ele é uma censura ética.





