Comissão americana defende neutralidade e propõe regular internet como utilidade pública
Mudança daria autoridade à instituição para assegurar conteúdos de forma justa
Atualizado em 04/02/2015 às 12:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês) estuda regular o serviço da internet como uma utilidade pública nos Estados Unidos. O grupo prepara uma rodada de debates sobre como garantir a "neutralidade da rede".
Crédito:Divulgação Neutralidade da rede é proposta da Comissão Federal de Comunicações dos EUA
De acordo com o jornal americano The New York Times , a intenção do projeto é dar uma nova classificação ao serviço de internet de alta velocidade ao defini-lo como telecomunicação, em vez de informação.
A mudança daria autoridade legal à entidade para assegurar que nenhum conteúdo seja bloqueado e que não exista o chamado "pay-to-play", pagamento por acessos mais rápidos a certos sites.
O presidente do FCC, Tom Wheelerm, indicado pelo presidente Barack Obama para ocupar o cargo, deve submeter a proposta a comissários da agência até a próxima quinta-feira (5/2). A votação completa está agendada para o dia 26.
A FCC estuda há praticamente um ano quais regras jurídicas são apropriadas para servir de base aos prestadores de serviço de internet para gerenciar o tráfego de forma justa.
Alguns prestadores não aprovaram a condução do projeto pela entidade. Eles argumentam que a proposta resultaria um peso regulatório, além de prejudicar os investimentos. O presidente da Câmara americana de comércio, Thomas Donohue, também questionou os "esforços para regular a Internet como se fosse um serviço público do século 21".
Crédito:Divulgação Neutralidade da rede é proposta da Comissão Federal de Comunicações dos EUA
De acordo com o jornal americano The New York Times , a intenção do projeto é dar uma nova classificação ao serviço de internet de alta velocidade ao defini-lo como telecomunicação, em vez de informação.
A mudança daria autoridade legal à entidade para assegurar que nenhum conteúdo seja bloqueado e que não exista o chamado "pay-to-play", pagamento por acessos mais rápidos a certos sites.
O presidente do FCC, Tom Wheelerm, indicado pelo presidente Barack Obama para ocupar o cargo, deve submeter a proposta a comissários da agência até a próxima quinta-feira (5/2). A votação completa está agendada para o dia 26.
A FCC estuda há praticamente um ano quais regras jurídicas são apropriadas para servir de base aos prestadores de serviço de internet para gerenciar o tráfego de forma justa.
Alguns prestadores não aprovaram a condução do projeto pela entidade. Eles argumentam que a proposta resultaria um peso regulatório, além de prejudicar os investimentos. O presidente da Câmara americana de comércio, Thomas Donohue, também questionou os "esforços para regular a Internet como se fosse um serviço público do século 21".





