Começa o julgamento do ex-policial civil acusado de matar jornalista em MG
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Atualizado em 28/08/2014 às 14:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na manhã desta quinta-feira (28/8), começou o julgamento do ex-policial civil Lúcio Lírio Leal. Ele é acusado de matar o jornalista investigativo Rodrigo Neto em Ipatinga, no Vale do Aço (MG).
Crédito:Divulgação Jornalista teria sido morto por denunciar envolvimento da polícia em grupos de extermínio
Segundo O Estado de Minas , o suspeito foi preso depois de uma megaoperação da Polícia Civil para investigar o crime contra o jornalista e outros homicídios relacionados à Região do Vale do Aço. Além do investigador, o policial Alessandro Neves, o “Pitote”, responde pelo assassinato do repórter. Embora sejam acusados por atuarem juntos, os dois são julgados em sessões separadas.
As investigações apontam que a dupla faz parte um grupo de extermínio. O Ministério Público revela que, no dia oito de março do ano passado, Alessandro estava na garupa de uma moto pilotada por uma pessoa não identificada quando surpreendeu o jornalista e disparou várias vezes, atingindo-o na cabeça, no tórax e nas costas. A apuração também mostra que eles seriam os autores do homicídio do fotógrafo Walgney Assis de Carvalho, executado no mês seguinte.
Julgamento em questão
Durante as sessões do caso, devem ser ouvidas testemunhas de defesa e acusação para analisar o crime diante de um júri popular, composto por seis homens e uma mulher. Entre os escolhidos pelos dois lados para se manifestar sobre o caso, estão diversos policiais civis. O Ministério Público de Minas Gerais é representado pelo promotor Francisco Angelo Silva Assis, já a defesa do réu é feita pelos advogados Fábio Vieira da Silveira e Vinícius Silva.
O tribunal do júri é presidido pelo juiz Antônio Augusto Calaes de Oliveira, que um controle aos órgãos de imprensa no julgamento.
Entenda o caso
Rodrigo Neto foi morto a tiros quando saía de um restaurante em Ipatinga, no Vale do Aço (MG). As investigações da Polícia Civil indicaram Alessandro Neves Augusto, conhecido como "Pitote", e o investigador Lúcio Lírio Leal como autores das execuções de Neto e também do fotógrafo Walgney Carvalho, assassinado por saber detalhes da morte do jornalista.
Neto participava de um programa de plantão policial na Rádio Vanguarda e também atuava como repórter do Jornal Vale do Aço . Na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o jornalista alertava sobre o envolvimento de policiais nos crimes que ficaram conhecidos como "Chacina de Belo Oriente" e o grupo de extermínio "Moto Verde". Ele foi o responsável por diversas matérias sobre casos que incriminavam policiais militares da cidade mineira.
Crédito:Divulgação Jornalista teria sido morto por denunciar envolvimento da polícia em grupos de extermínio
Segundo O Estado de Minas , o suspeito foi preso depois de uma megaoperação da Polícia Civil para investigar o crime contra o jornalista e outros homicídios relacionados à Região do Vale do Aço. Além do investigador, o policial Alessandro Neves, o “Pitote”, responde pelo assassinato do repórter. Embora sejam acusados por atuarem juntos, os dois são julgados em sessões separadas.
As investigações apontam que a dupla faz parte um grupo de extermínio. O Ministério Público revela que, no dia oito de março do ano passado, Alessandro estava na garupa de uma moto pilotada por uma pessoa não identificada quando surpreendeu o jornalista e disparou várias vezes, atingindo-o na cabeça, no tórax e nas costas. A apuração também mostra que eles seriam os autores do homicídio do fotógrafo Walgney Assis de Carvalho, executado no mês seguinte.
Julgamento em questão
Durante as sessões do caso, devem ser ouvidas testemunhas de defesa e acusação para analisar o crime diante de um júri popular, composto por seis homens e uma mulher. Entre os escolhidos pelos dois lados para se manifestar sobre o caso, estão diversos policiais civis. O Ministério Público de Minas Gerais é representado pelo promotor Francisco Angelo Silva Assis, já a defesa do réu é feita pelos advogados Fábio Vieira da Silveira e Vinícius Silva.
O tribunal do júri é presidido pelo juiz Antônio Augusto Calaes de Oliveira, que um controle aos órgãos de imprensa no julgamento.
Entenda o caso
Rodrigo Neto foi morto a tiros quando saía de um restaurante em Ipatinga, no Vale do Aço (MG). As investigações da Polícia Civil indicaram Alessandro Neves Augusto, conhecido como "Pitote", e o investigador Lúcio Lírio Leal como autores das execuções de Neto e também do fotógrafo Walgney Carvalho, assassinado por saber detalhes da morte do jornalista.
Neto participava de um programa de plantão policial na Rádio Vanguarda e também atuava como repórter do Jornal Vale do Aço . Na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o jornalista alertava sobre o envolvimento de policiais nos crimes que ficaram conhecidos como "Chacina de Belo Oriente" e o grupo de extermínio "Moto Verde". Ele foi o responsável por diversas matérias sobre casos que incriminavam policiais militares da cidade mineira.





