Com histórico agressivo, repórter que matou colegas premeditou crime para ser ao vivo
O ex-repórter de TV Vester Lee Flanagan, conhecido como Bryce Williams, elaborou um grande plano para assassinar dois de seus ex-colegas dur
Atualizado em 27/08/2015 às 14:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
O repórter Vester Lee Flanagan, conhecido como , elaborou um grande plano para assassinar dois de seus ex-colegas — a jornalista Alison Parker e o cinegrafista Adam Ward —durante uma transmissão ao vivo na última quarta-feira (26/8) nos Estados Unidos.
Crédito:Reprodução Vester Lee Flanagan premeditou para que o crime ocorresse ao vivo
De acordo com O Globo , semanas antes do ataque na Virgínia, ele alugou um carro de fuga e publicou imagens de fases de sua vida no Twitter. Ele ainda enviou um fax ao canal de televisão ABC enquanto fugia da polícia, onde se descreveu como um “barril de pólvora humano”.
Durante o crime, ele gravou o momento em que atirou na equipe de TV enquanto gravavam uma entrevista com a chefe de uma câmara de comércio local. Flanagan também publicou o vídeo nas redes sociais. Os profissionais trabalhavam na rede WDBJ, afiliada da CBS, emissora da qual o atirador foi repórter durante um ano.
Após o incidente, a polícia local reforçou a segurança na frente da empresa. Os telespectadores do canal viram o tiroteio ao vivo, do mesmo jeito que os operadores que estavam na sala de controle da WDBJ.
Ataques de fúria
Informações obtidas pelo Guardian atestam que o atirador tinha recebido orientação para procurar ajuda médica há três anos. Flanagan tinha um histórico de ataques de fúria e acusou os repórteres mortos de racismo e conspiração contra ele.
Memorandos da emissora apontam que Flanagan teria sido repreendido várias vezes por seu comportamento agressivo e intimidador. Em menos de um ano ele acumulou várias queixas por parte de câmeras e de sua chefia.
As reclamações sobre a personalidade do ex-repórter começaram dois meses após suas chegada à WDBJ, em março de 2012. O diretor de diretor de notícias, Dan Dennison, começou a mandar mensagens a colegas preocupado com as atitudes de Flanagan.
“Em três ocasiões, você já mostrou comportamento que resultou em um ou mais colegas seus se sentindo incomodados. Usou linguagem verbal e corporal que deixaram os colegas incomodados, ameaçados e extremamente desconfortáveis”.
Flanagan ameaçou um câmera dentro da van de transmissão e criticava constantemente a atuação dos videojornalistas, intimidando-os em frente aos entrevistados. Após essas reclamações, o jornalista teria sido orientado a procurar ajuda. “Você tem causado episódios em série. Este é um documento requerendo seu comprometimento em buscar assistência profissional. Se não cumpri-lo, terá seu contrato terminado”, ameaçava Dennison.
Três meses depois, o repórter foi demitido por não ter “capacidade de trabalhar em grupo”. Quando foi convocado para saber de sua demissão, ficou furioso e ameaçou só deixar o prédio se a polícia fosse chamada. “Vou fazer um escândalo e isto vai parar nas manchetes”, ele disse, antes de jogar objetos enquanto era escoltado pela polícia para fora.
Flanagan ainda abriu um processo contra a emissora por supostas perseguições sexual e racial. No entanto, não conseguiu provar as denúncias.
Crédito:Reprodução Vester Lee Flanagan premeditou para que o crime ocorresse ao vivo
De acordo com O Globo , semanas antes do ataque na Virgínia, ele alugou um carro de fuga e publicou imagens de fases de sua vida no Twitter. Ele ainda enviou um fax ao canal de televisão ABC enquanto fugia da polícia, onde se descreveu como um “barril de pólvora humano”.
Durante o crime, ele gravou o momento em que atirou na equipe de TV enquanto gravavam uma entrevista com a chefe de uma câmara de comércio local. Flanagan também publicou o vídeo nas redes sociais. Os profissionais trabalhavam na rede WDBJ, afiliada da CBS, emissora da qual o atirador foi repórter durante um ano.
Após o incidente, a polícia local reforçou a segurança na frente da empresa. Os telespectadores do canal viram o tiroteio ao vivo, do mesmo jeito que os operadores que estavam na sala de controle da WDBJ.
Ataques de fúria
Informações obtidas pelo Guardian atestam que o atirador tinha recebido orientação para procurar ajuda médica há três anos. Flanagan tinha um histórico de ataques de fúria e acusou os repórteres mortos de racismo e conspiração contra ele.
Memorandos da emissora apontam que Flanagan teria sido repreendido várias vezes por seu comportamento agressivo e intimidador. Em menos de um ano ele acumulou várias queixas por parte de câmeras e de sua chefia.
As reclamações sobre a personalidade do ex-repórter começaram dois meses após suas chegada à WDBJ, em março de 2012. O diretor de diretor de notícias, Dan Dennison, começou a mandar mensagens a colegas preocupado com as atitudes de Flanagan.
“Em três ocasiões, você já mostrou comportamento que resultou em um ou mais colegas seus se sentindo incomodados. Usou linguagem verbal e corporal que deixaram os colegas incomodados, ameaçados e extremamente desconfortáveis”.
Flanagan ameaçou um câmera dentro da van de transmissão e criticava constantemente a atuação dos videojornalistas, intimidando-os em frente aos entrevistados. Após essas reclamações, o jornalista teria sido orientado a procurar ajuda. “Você tem causado episódios em série. Este é um documento requerendo seu comprometimento em buscar assistência profissional. Se não cumpri-lo, terá seu contrato terminado”, ameaçava Dennison.
Três meses depois, o repórter foi demitido por não ter “capacidade de trabalhar em grupo”. Quando foi convocado para saber de sua demissão, ficou furioso e ameaçou só deixar o prédio se a polícia fosse chamada. “Vou fazer um escândalo e isto vai parar nas manchetes”, ele disse, antes de jogar objetos enquanto era escoltado pela polícia para fora.
Flanagan ainda abriu um processo contra a emissora por supostas perseguições sexual e racial. No entanto, não conseguiu provar as denúncias.





