“Com bom humor, jornalista americano ensina turista brasileiro a se comportar em Nova York”
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Atualizado em 11/12/2014 às 14:12, por
Jéssica Oliveira.
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Se você está de malas prontas para Nova York e não tem amigos na cidade para te ajudar a poupar tempo ou evitar um baita mico, seus problemas acabaram. Antes do check in, abra o YouTube e digite “ ”. No canal, o jornalista americano Seth Kugel, autor de mais de 400 colunas de turismo para o jornal , oferece várias dicas para brasileiros que vão a NY.
Com bom humor e em português, nos vídeos ele vive um turista brasileiro em situações comuns pela cidade e diz claramente o que é ser legal e o que é ser “babaca”.
“O viajante não precisa de mais um guia turístico. É realmente como se eu fosse seu amigo, dou dicas de como se comportar, explico as diferenças culturais. Não tem lado certo nem errado. O turista tem que chegar com a mente aberta. Muitas dicas servem para vários outros países, mas a minha experiência é com o Brasil, é o que eu conheço”, explica ele que morou no país.
Desde que estreou, no dia 8 de outubro, o canal já tem 17 vídeos, entre eles: “ ”, “ ”, “ ”, “ ”, “ ”, “ ” e “ ”.
“Quando chega o trem, sempre deixe todo mundo sair primeiro do vagão. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, o brasileiro, normalmente bem simpático, vira um puta babaca e tenta entrar no trem antes das pessoas saírem, atrapalhando todo mundo e atrasando todo mundo”, diz ele no primeiro vídeo.
O convite partiu da Rede Snack, uma start up que faz canais no YouTube, e foi de encontro a coisas que já interessavam ao jornalista, como viagens, diferenças cultural e vídeos. Ao lado de Eric Hinojosa (seu colega na empreitada, que aparece nos vídeos), ele faz em média dois vídeos a cada dia de gravação.
Os temas são inspirados na sua experiência no Brasil e em sugestões, dúvidas e reclamações que recebe e responde pelas redes sociais. “Diferenças culturais é um tema sensível. Mas eu faço minha coluna assim, com bom humor. As pessoas vão gostar ou não, mas acho que é uma forma de diferenciar de um guia normal”.
Saudade do Brasil
Nos dois anos que morou em São Paulo (SP) e nas visitas que fez depois ele viajou bastante, conheceu todos os estados menos Tocantins, Acre Espírito Santo e Roraima. “Fiz matéria no litoral do Piauí, quatro viagens de barco, conheci o Amazonas, passei mais tempo do que queria em Brasília, adoro Minas Gerais... Hoje, metade dos meus amigos do dia a dia são brasileiros”, conta.
Nas andanças pelo país, Kugel aprendeu muito sobre “o jeitinho brasileiro” e chegou à conclusão de que as diferenças culturais são positivas – pelo menos a maioria. “Não sinto falta da burocracia. Para abrir uma conta de luz é um dia inteiro. Você leva todos os documentos, chega lá e ainda falta um. E também é muito difícil saber se você realmente marcou alguma coisa com alguém ou se era só conversa”.
Esses pontos, no entanto, são pequenos perto das coisas que gostou e que não vê a hora de reencontrar. “Prefiro estar num bar com cinco brasileiros desconhecidos do que com cinco amigos americanos. O brasileiro sabe se divertir, é bom com bate papo, é caloroso. Então são as pessoas que fazem falta. Não é a comida, não são as paisagens. Ah, talvez farofa! Isso: número 1, amigos, número 2, farofa”.
Na galeria abaixo, confira imagens dos bastidores de “Amigo Gringo” e do jornalista viajando pelo mundo.
Já está no ar o especial "O turismo em pauta no Brasil". Para acessar e ler o conteúdo completo, .

Se você está de malas prontas para Nova York e não tem amigos na cidade para te ajudar a poupar tempo ou evitar um baita mico, seus problemas acabaram. Antes do check in, abra o YouTube e digite “ ”. No canal, o jornalista americano Seth Kugel, autor de mais de 400 colunas de turismo para o jornal , oferece várias dicas para brasileiros que vão a NY.
Com bom humor e em português, nos vídeos ele vive um turista brasileiro em situações comuns pela cidade e diz claramente o que é ser legal e o que é ser “babaca”.
“O viajante não precisa de mais um guia turístico. É realmente como se eu fosse seu amigo, dou dicas de como se comportar, explico as diferenças culturais. Não tem lado certo nem errado. O turista tem que chegar com a mente aberta. Muitas dicas servem para vários outros países, mas a minha experiência é com o Brasil, é o que eu conheço”, explica ele que morou no país.
Desde que estreou, no dia 8 de outubro, o canal já tem 17 vídeos, entre eles: “ ”, “ ”, “ ”, “ ”, “ ”, “ ” e “ ”.
“Quando chega o trem, sempre deixe todo mundo sair primeiro do vagão. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, o brasileiro, normalmente bem simpático, vira um puta babaca e tenta entrar no trem antes das pessoas saírem, atrapalhando todo mundo e atrasando todo mundo”, diz ele no primeiro vídeo.
O convite partiu da Rede Snack, uma start up que faz canais no YouTube, e foi de encontro a coisas que já interessavam ao jornalista, como viagens, diferenças cultural e vídeos. Ao lado de Eric Hinojosa (seu colega na empreitada, que aparece nos vídeos), ele faz em média dois vídeos a cada dia de gravação.
Os temas são inspirados na sua experiência no Brasil e em sugestões, dúvidas e reclamações que recebe e responde pelas redes sociais. “Diferenças culturais é um tema sensível. Mas eu faço minha coluna assim, com bom humor. As pessoas vão gostar ou não, mas acho que é uma forma de diferenciar de um guia normal”.
Saudade do Brasil
Nos dois anos que morou em São Paulo (SP) e nas visitas que fez depois ele viajou bastante, conheceu todos os estados menos Tocantins, Acre Espírito Santo e Roraima. “Fiz matéria no litoral do Piauí, quatro viagens de barco, conheci o Amazonas, passei mais tempo do que queria em Brasília, adoro Minas Gerais... Hoje, metade dos meus amigos do dia a dia são brasileiros”, conta.
Nas andanças pelo país, Kugel aprendeu muito sobre “o jeitinho brasileiro” e chegou à conclusão de que as diferenças culturais são positivas – pelo menos a maioria. “Não sinto falta da burocracia. Para abrir uma conta de luz é um dia inteiro. Você leva todos os documentos, chega lá e ainda falta um. E também é muito difícil saber se você realmente marcou alguma coisa com alguém ou se era só conversa”.
Esses pontos, no entanto, são pequenos perto das coisas que gostou e que não vê a hora de reencontrar. “Prefiro estar num bar com cinco brasileiros desconhecidos do que com cinco amigos americanos. O brasileiro sabe se divertir, é bom com bate papo, é caloroso. Então são as pessoas que fazem falta. Não é a comida, não são as paisagens. Ah, talvez farofa! Isso: número 1, amigos, número 2, farofa”.
Na galeria abaixo, confira imagens dos bastidores de “Amigo Gringo” e do jornalista viajando pelo mundo.
Já está no ar o especial "O turismo em pauta no Brasil". Para acessar e ler o conteúdo completo, .






