Collor diz que procurador "vazou" parecer para a imprensa antes de chegar ao Supremo
O ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) acusou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de ter vazado um parecerpara a imprensa antes de ele ser remetido ao relator do inquérito, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki.
Atualizado em 06/08/2015 às 10:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
acusou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de ter vazado um parecer para a imprensa antes de ele ser remetido ao relator do inquérito, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki.
Crédito:Agência Brasil Ex-presidente acusa procurador de vazar informações sigilosas para imprensa
De acordo com a Agência Estado, em discurso no plenário, Collor declarou que não quer ser "personagem involuntário" da campanha eleitoral que se desenvolve no Ministério Público Federal (MPF).
Para atestar a afirmação de que a imprensa recebeu informações antes do STF, o senador argumentou que seu advogado estava reunido com Zavascki e que o ministro ainda não havia recebido a manifestação da PGR. Também reforçou que o caso corre sigilosamente na corte.
"Informações que correm sob segredo de Justiça foram vazadas de forma seletiva e criminosa pelo procurador-geral. Vejam a gravidade deste ato", questionou Collor. Ele negou que seus carros teriam sido adquiridos a partir de operações de lavagem de dinheiro.
O ex-presidente acredita que há uma sórdida estratégia midiática promovida por Janot. "Utilizam-se do meu nome, da minha imagem, dos meus bens para se autopromover, para fazer aquele espetáculo", disse. "Que humilhação vem me impondo essa alcateia que se apoderou do Ministério Público Federal", completou.
Crédito:Agência Brasil Ex-presidente acusa procurador de vazar informações sigilosas para imprensa
De acordo com a Agência Estado, em discurso no plenário, Collor declarou que não quer ser "personagem involuntário" da campanha eleitoral que se desenvolve no Ministério Público Federal (MPF).
Para atestar a afirmação de que a imprensa recebeu informações antes do STF, o senador argumentou que seu advogado estava reunido com Zavascki e que o ministro ainda não havia recebido a manifestação da PGR. Também reforçou que o caso corre sigilosamente na corte.
"Informações que correm sob segredo de Justiça foram vazadas de forma seletiva e criminosa pelo procurador-geral. Vejam a gravidade deste ato", questionou Collor. Ele negou que seus carros teriam sido adquiridos a partir de operações de lavagem de dinheiro.
O ex-presidente acredita que há uma sórdida estratégia midiática promovida por Janot. "Utilizam-se do meu nome, da minha imagem, dos meus bens para se autopromover, para fazer aquele espetáculo", disse. "Que humilhação vem me impondo essa alcateia que se apoderou do Ministério Público Federal", completou.





