Collor critica reportagem de "Veja" e nega vínculo com Operação Lava-Jato
Senador diz que a publicação repete todas as acusações feitas contra ele em outras edições
Atualizado em 15/12/2014 às 09:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
No último domingo (14/12), o senador e ex-presidente Fernando Collor de Melo (PTB-AL) publicou em seu blog uma de repúdio à edição de sábado (13/12) da revista Veja por associá-lo novamente à Operação Lava-Jato. Ele reforça que o veículo omite o despacho do juiz Sérgio Moro que afirmou oficialmente que seu nome não é objeto de investigação.
Crédito:Agência Senado Senador disse que revista inspira-se em legado nazista
"A revista Veja persiste na difamação pessoal como único mote de sua linha política. Ainda inconformada com a perda judicial que me tornou credor de uma indenização de mais de 1 milhão e 400 mil reais – dos quais, diga-se, ainda me deve cerca de 300 mil", diz ele.
Ao classificar a revista como "gibi", o senador destaca que a Veja cita o suposto recebimento de 50 mil reais das mãos de Rafael Ângulo Lopes, auxiliar do doleiro Alberto Youssef. O político negou ter qualquer relação com ele, bem como com Youssef, ou Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras.
"Trata-se de mais uma vã tentativa da devedora Veja de me juntar ao produto miasmático de sua própria acepção jornalística. Para tanto, insiste em se utilizar do velho ensinamento de Goebbels, o propagandista nazista – e inspirador-mor da revista – que afirmava que “de tanto repetir uma mentira, ela acaba se transformando em verdade", reforça Collor.
O político afirma também que a publicação repete todas as acusações feitas contra ele em outras edições. "Repudio a versão da matéria, absolutamente vazia e desprovida de qualquer veracidade de minha ligação com o esquema criminoso que se abateu na Petrobras. De nada adianta à Veja se unir profissionalmente a uns e outros grupelhos do crime. Antes mesmo de quitar suas dívidas pendentes, sua editora terá de engolir, em domicílio, novas tundas de ações judiciais delivery por calúnia e difamação", finaliza.
Crédito:Agência Senado Senador disse que revista inspira-se em legado nazista
"A revista Veja persiste na difamação pessoal como único mote de sua linha política. Ainda inconformada com a perda judicial que me tornou credor de uma indenização de mais de 1 milhão e 400 mil reais – dos quais, diga-se, ainda me deve cerca de 300 mil", diz ele.
Ao classificar a revista como "gibi", o senador destaca que a Veja cita o suposto recebimento de 50 mil reais das mãos de Rafael Ângulo Lopes, auxiliar do doleiro Alberto Youssef. O político negou ter qualquer relação com ele, bem como com Youssef, ou Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras.
"Trata-se de mais uma vã tentativa da devedora Veja de me juntar ao produto miasmático de sua própria acepção jornalística. Para tanto, insiste em se utilizar do velho ensinamento de Goebbels, o propagandista nazista – e inspirador-mor da revista – que afirmava que “de tanto repetir uma mentira, ela acaba se transformando em verdade", reforça Collor.
O político afirma também que a publicação repete todas as acusações feitas contra ele em outras edições. "Repudio a versão da matéria, absolutamente vazia e desprovida de qualquer veracidade de minha ligação com o esquema criminoso que se abateu na Petrobras. De nada adianta à Veja se unir profissionalmente a uns e outros grupelhos do crime. Antes mesmo de quitar suas dívidas pendentes, sua editora terá de engolir, em domicílio, novas tundas de ações judiciais delivery por calúnia e difamação", finaliza.





