Coleguinhas: O jornalismo de tendência de Carolina Delboni
Independentemente do ramo ou ambiente de trabalho, o olhar atento ao comportamento e tendências sempre guiou Carolina Delboni. Aos 19 anos,
Atualizado em 26/02/2016 às 15:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:arquivo pessoal já trabalhava com cinema publicitário, mas com a proximidade do término da faculdade de jornalismo achou que estava na hora de entrar na carreira. Foi então que começou na Vogue . Com a experiência e o espírito de produtora, topando de cara tudo o que pediam, logo passou a editora de beleza e, mais tarde, editora-assistente do veículo.
“Fui editora-assistente da Vogue com 23 anos de idade, em uma época em que só tínhamos pessoas mais velhas nas redações, ao contrário do que existe hoje”, conta. Carolina passou pelo site Chic, de Gloria Kalil, a revista Moda e caderno “Ilustrada”, ambos da Folha de S.Paulo , e pela revista Pais&Filhos . “Rodei bem por várias redações como freelancer. E aprendi muito. Nesse tempo, casei e tive dois filhos, mas quando engravidei do terceiro estava cansada de trabalhar com moda. Uma amiga sugeriu montarmos uma loja infantil e me animei. Por fim, ela desistiu e eu toquei sozinha.”
A Baby Basics já existia há três anos quando Carolina comprou o negócio das ex-proprietárias e, conforme define, “trocou o teclado pela máquina de costura”. “Eu criava e desenhava, mas a gente aprende a fazer tudo e faz tudo.” Foram cinco anos de loja, mas a veia empreendedora não deixou a jornalista, que hoje, além de colunista do Estadão online e escrever para o Catraquinha e Vogue Kids, montou a Small +, agência de conteúdo e estudos de comportamento/ tendência para o segmento infantil.
“Fui editora-assistente da Vogue com 23 anos de idade, em uma época em que só tínhamos pessoas mais velhas nas redações, ao contrário do que existe hoje”, conta. Carolina passou pelo site Chic, de Gloria Kalil, a revista Moda e caderno “Ilustrada”, ambos da Folha de S.Paulo , e pela revista Pais&Filhos . “Rodei bem por várias redações como freelancer. E aprendi muito. Nesse tempo, casei e tive dois filhos, mas quando engravidei do terceiro estava cansada de trabalhar com moda. Uma amiga sugeriu montarmos uma loja infantil e me animei. Por fim, ela desistiu e eu toquei sozinha.”
A Baby Basics já existia há três anos quando Carolina comprou o negócio das ex-proprietárias e, conforme define, “trocou o teclado pela máquina de costura”. “Eu criava e desenhava, mas a gente aprende a fazer tudo e faz tudo.” Foram cinco anos de loja, mas a veia empreendedora não deixou a jornalista, que hoje, além de colunista do Estadão online e escrever para o Catraquinha e Vogue Kids, montou a Small +, agência de conteúdo e estudos de comportamento/ tendência para o segmento infantil.





