Coleguinhas: Gustavo do Amaral Roman se divide entre o jornalismo e o esporte
A vida de Gustavo do Amaral Roman estava destinada ao jornalismo desde a infância. Fanático por futebol, ficava ouvindo o radinho debaixo do
Atualizado em 05/04/2016 às 16:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:arquivo pessoal travesseiro escondido da mãe para não perder nenhum lance da narração de seus locutores preferidos. Porém, logo que iniciou a faculdade de comunicação, percebeu que o mercado não era mais como antes, onde as qualidades profissionais não se sobressaíam ao famoso Q.I (Quem Indica). E, após o segundo ano de curso, desistiu.
Decidiu se formar em educação física. Como precisava de uma atividade para viver, passou a fazer viagens à Disney como guia de turismo, talento que herdou da mãe. Unindo a experiência como jogador de tênis juvenil e a formação acadêmica, passou a dar aulas em clubes e se tornou instrutor dessa modalidade.
Como alma de jornalista é inquieta, nunca deixou a comunicação de lado. Sua coleção de jogos de futebol o levou ao encontro de um “fera” da área, que o fez repensar o futuro profissional. “Após participar de um programa com o Mauro Beting, fui incentivado a voltar ao jornalismo.”
Apesar de um veterano, Roman voltou à faculdade e concluiu o curso de jornalismo em 2014. Como a profissão ainda não paga o suficiente para se sustentar, atualmente se divide entre os comentários de futebol na Rádio Fluminense e as aulas particulares de tênis em condomínios no Rio de Janeiro. Sem parar quieto, sabe que não pode deixar a bolinha pingar para fora. Vendo com preocupação o futuro da imprensa, já se prepara para outra alternativa. “Já fiz curso para ser técnico de futebol. Se pintar uma vaguinha, é para lá que eu vou”, conclui.
Decidiu se formar em educação física. Como precisava de uma atividade para viver, passou a fazer viagens à Disney como guia de turismo, talento que herdou da mãe. Unindo a experiência como jogador de tênis juvenil e a formação acadêmica, passou a dar aulas em clubes e se tornou instrutor dessa modalidade.
Como alma de jornalista é inquieta, nunca deixou a comunicação de lado. Sua coleção de jogos de futebol o levou ao encontro de um “fera” da área, que o fez repensar o futuro profissional. “Após participar de um programa com o Mauro Beting, fui incentivado a voltar ao jornalismo.”
Apesar de um veterano, Roman voltou à faculdade e concluiu o curso de jornalismo em 2014. Como a profissão ainda não paga o suficiente para se sustentar, atualmente se divide entre os comentários de futebol na Rádio Fluminense e as aulas particulares de tênis em condomínios no Rio de Janeiro. Sem parar quieto, sabe que não pode deixar a bolinha pingar para fora. Vendo com preocupação o futuro da imprensa, já se prepara para outra alternativa. “Já fiz curso para ser técnico de futebol. Se pintar uma vaguinha, é para lá que eu vou”, conclui.





