Coleguinhas: As festas de Renata Menezes e as flores de Marina Gurgel

FESTA GARANTIDA Sempre festeira, a jornalista Renata Menezes organizava todas as festas da família e os aniversários dos sobrinhos. “Gostava de cuidar de cada detalhe”, diz.

Atualizado em 04/01/2016 às 14:01, por Redação Portal IMPRENSA.

festeira, a jornalista Renata Menezes organizava todas as festas da família e os aniversários dos sobrinhos. “Gostava de cuidar de cada detalhe”, diz. Em 2015, em meio à crise no jornalismo e o encerramento da revista Shape Brasil, na qual trabalhava, encontrou uma oportunidade para investir em sua paixão por eventos.

Renata comentou com uma amiga sobre o gosto pela área e ela, que é representante comercial e artesã, decidiu unir suas experiências profissionais para, juntas, criarem o Las Ticas Decor, empresa no ramo de decoração e eventos. “Nós cuidamos de todos os detalhes. Desde a definição do tema e confecção de convites, até a criação de peças em scrapbook, tecido, feltro, biscuit. Enfim, fazemos o evento acontecer. Tem muito artesanato envolvido para fazer cada peça”, explica.

Há 12 anos dentro de redações, Renata, formada pela Fiam e pós-graduada em jornalismo científico pela ECA/USP, já atuou como freelancer para diversas revistas, como Women’s Health e IstoÉ, além de trabalhos fixos na Plástica & Beleza, Cabelos & Cosméticos, Dieta Já e Corpo a Corpo.

Atualmente, também atua como editora-chefe da Revista 7 dias com você , da Editora Escala. A jornalista se desdobra entre a redação, diariamente, e a Las Ticas, à noite e aos fins de semana. Apesar da rotina pesada e do pouco tempo de folga, ela diz estar feliz por poder conciliar as duas coisas que ama. “Adoro poder proporcionar um pouco de alegria para as pessoas, já que somos bombardeados o tempo todo com histórias e notícias ruins”, destaca.

DE FLOR EM FLOR

E lá trocou pedras por flores. Jornalista desde 2008, quando se formou pela Universidade Presbiteriana Crédito:Fabiana Kocubey Mackenzie, Marina Gurgel Prado levou cinco anos até, em 2013, descobrir sua paixão por arranjos florais. Dali, foi um passo até fundar A Bela do Dia, onde faz os enfeites – sob demanda – e os entrega de uma forma bastante peculiar: de bicicleta.

Logo depois, a florista autodidata – a não ser por um curso de botânica realizado em Holambra, o maior centro de flores a plantas ornamentais da América Latina – aprendeu a fazer todos os arranjos sozinha. “Aprendi sozinha, treinando. Sempre gostei de montar arranjos e, por isso, decidi montar o meu próprio negócio.”

Fazer as coisas sozinha, aliás, parece ser algo pelo qual a florista dá bastante valor. Diferentemente do jornalismo, ela sentiu que o próprio negócio traria a realização de poder assumir vários papéis ao mesmo tempo. “Queria algo que me permitisse ser mais multifuncional. Aqui eu exerço várias funções. Monto os arranjos, falo com o cliente, converso com a equipe e organizo as rotas de entrega. No fim, acaba sendo mais corrido que o próprio jornalismo, mas é algo que faz com que me sinta mais completa.”

O sentimento de realização com as flores faz, inclusive, um contraponto significativo em relação à sua insatisfação com a antiga carreira. “Parece que eu nunca fui jornalista na minha vida. Aliás, eu nem sei o quanto eu era boa no que faz, mas, tenho certeza que sou bem melhor como florista”, conclui.