Coleguinhas: A gastronomia de Juliana Morgado e a dança de Thátyla Carvalho
Mania de cupcake Era época de Natal, nos idos de 2009, quando Juliana Morgado decidiu presentear seus colegas de trabalho com cupcakes. Umdeles gostou tanto que pediu para ela fazer por encomenda para que também pudesse dar de presente.
Era época de Natal, nos idos de 2009, quando Juliana Morgado decidiu presentear seus colegas de trabalho com cupcakes. Um deles gostou tanto que pediu para ela fazer por encomenda para que também pudesse dar de presente. Passou, desde então, a testar sabores diferentes e percebeu que a atividade a deixava extremamente feliz. Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub), sua lembrança mais antiga na gastronomia é a de sua mãe a puxando para a cozinha para ensinar a fazer arroz branco e molho de macarrão com tomates frescos, que “só ela sabe temperar”. Tudo o que aprendeu foi na prática.
Atualmente assessora de comunicação do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), Juliana criou o site Cupcakeando em 2012. “Eu queria juntar duas partes que eu já exercia – escrever e fotografar – com a minha vontade de cozinhar, testar coisas diferentes e repassar essas receitas e descobertas para frente.”
Ela define a página sem muito padrão. Pode falar sobre cinema, algo que aconteceu em sua vida ou uma mera reflexão. E, é claro, sempre muita informação técnica sobre confeitaria e cozinha em geral. Há meses em que Juliana recebe mais de dez encomendas, já outros nos quais não tem nenhuma. “Financeiramente, o jornalismo fala mais alto, enquanto a cozinha e a confeitaria comandam meu coração. Preciso delas para relaxar. Elas me acalmam e me deixam feliz, pronta para mais um dia no jornalismo.”
Ritmo das pautas
Contrariando vários testes vocacionais feitos na época do vestibular – indicando que o seu caminho seria
Crédito:arquivo pessoal no jornalismo, fotografia ou cinema – Thátyla Carvalho optou pelo curso de história. Ela tinha certeza de que era isso que queria, até começar. Não chegou a terminar o primeiro semestre e partiu para o jornalismo. “Hoje eu entendo porque o jornalismo me escolheu. Acho que muito mais do que escrever bem, entender de tudo um pouco ou ser cara de pau, é preciso gostar de histórias e saber ouvir. E sempre gostei de ouvir histórias.”
Atualmente na assessoria de comunicação da Procuradoria da República em São Paulo, Thátyla também trabalha como freelancer para o Horóscopo Virtual. Por lá, se define como “jornalista de profissão, bailarina por vocação e violoncelista por diversão”. A relação com a dança começou cedo, ainda aos 3 anos. “É aquela história: a mãe não pôde ser bailarina e quando teve uma filha a colocou no balé”, conta.
Quando tinha 8 anos resolveu dar um tempo, sem motivo nenhum, e 11 anos depois voltou. “Hoje eu me arrependo de ter parado por tanto tempo porque é uma atividade que realmente gosto, me faz bem e tenho facilidade.” A jornalista conta que já existiu o lampejo de seguir carreira na dança, mas com o tempo as prioridades mudaram e o balé segue como um hobby.






