Coleguinhas: A dança de Cedê Silva e a receita de sucesso de Lia Formiga
Crédito:Arquivo pessoal NO CENTRO DA PISTA Se não estiver “muito calor”, o jornalista Cedê Silva vai de chapéu à balada. O acessório faz referência ao ícone da música pop Michael Jackson, sua inspiração para ritmo e passos de dança, o seu grande prazer.
Atualizado em 23/05/2015 às 10:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
PISTA Se não estiver “muito calor”, o jornalista Cedê Silva vai de chapéu à balada. O acessório faz referência ao ícone da música pop Michael Jackson, sua inspiração para ritmo e passos de dança, o seu grande prazer. “Sou o cara que normalmente abre a pista na balada. Quando vou à uma festa, procuro música dançante, o gênero não importa.” A habilidade nas pistas começou na infância. Ele lembra de uma vez que na escolinha se juntou a um grupo de meninas que brincava de dançar. “Os demais meninos da sala achavam que aquilo era coisa de maricas. Eu acho engraçado porque saber dançar foi minha salvação nas baladas justamente para atrair garotas”, diverte-se Silva, hoje com 29 anos.
Sem o sonho de ser dançarino profissional, ele encontrou nas palavras um ofício para chamar de seu. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais e em relações internacionais pela Pontifícia Universidade Católica mineira, sua carreira tem se alternado entre Belo Horizonte, onde nasceu, e São Paulo (SP). Ele foi repórter de Educação de O Estado de S. Paulo, repórter de Veja BH, produtor de política do “Custe o Que Custar” (CQC) e agora atua como assessor de imprensa do escritório dos EUA na capital mineira. “Minha ideia era que o jornalismo não tinha rotina e, como eu sempre teria de aprender coisas novas, não iria enjoar. Nessa época ainda não estava claro para mim que os repórteres se dividem em editorias e acabam se especializando do mesmo jeito. Felizmente, me diverti ao longo de toda a carreira.”
Crédito:Divulgação
RECEITA DO SUCESSO As lembranças da infância da chef Lia Formiga não poderiam ser mais doces. Fã de carteirinha de Ofélia e sua “maravilhosa cozinha”, a jornalista deu seus primeiros passos na gastronomia ainda pequena. A influência do tradicional programa da Band exibido nos anos 1990 é inegável. Como a formação em gastronomia é recente no Piauí, sua terra Natal, Lia apostou primeiro no jornalismo por sugestão de uma tia, que logo cedo notou o jeito da sobrinha para a comunicação. Foi repórter e produtora de TV, até que emplacou na Rede Meio Norte o projeto do “Espaço Gourmet”, primeiro programa local sobre culinária.
Cinco anos se passaram desde então e, com os contatos feitos na atração, Lia se viu cada vez mais envolvida com a gastronomia. A jornalista não só conseguiu a tão sonhada formação na área há três anos, como hoje é também coordenadora do curso na faculdade Maurício de Nassau, na capital Teresina. “Consegui unir o melhor dos dois mundos. Foi um casamento perfeito. Consegui aliar minha paixão pela cozinha e minha experiência com comunicação para agora passar esse conhecimento em ambiente escolar.”O amor pela cozinha não para por aí. Até o final do ano Lia abrirá outros três cafés que levam seu sobrenome. O primeiro já está em funcionamento. “É difícil se dividir em tantas funções e, agora, ao empreendedorismo, mas não posso reclamar. É o que amo fazer.”
Sem o sonho de ser dançarino profissional, ele encontrou nas palavras um ofício para chamar de seu. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais e em relações internacionais pela Pontifícia Universidade Católica mineira, sua carreira tem se alternado entre Belo Horizonte, onde nasceu, e São Paulo (SP). Ele foi repórter de Educação de O Estado de S. Paulo, repórter de Veja BH, produtor de política do “Custe o Que Custar” (CQC) e agora atua como assessor de imprensa do escritório dos EUA na capital mineira. “Minha ideia era que o jornalismo não tinha rotina e, como eu sempre teria de aprender coisas novas, não iria enjoar. Nessa época ainda não estava claro para mim que os repórteres se dividem em editorias e acabam se especializando do mesmo jeito. Felizmente, me diverti ao longo de toda a carreira.”
Crédito:Divulgação
RECEITA DO SUCESSO As lembranças da infância da chef Lia Formiga não poderiam ser mais doces. Fã de carteirinha de Ofélia e sua “maravilhosa cozinha”, a jornalista deu seus primeiros passos na gastronomia ainda pequena. A influência do tradicional programa da Band exibido nos anos 1990 é inegável. Como a formação em gastronomia é recente no Piauí, sua terra Natal, Lia apostou primeiro no jornalismo por sugestão de uma tia, que logo cedo notou o jeito da sobrinha para a comunicação. Foi repórter e produtora de TV, até que emplacou na Rede Meio Norte o projeto do “Espaço Gourmet”, primeiro programa local sobre culinária.
Cinco anos se passaram desde então e, com os contatos feitos na atração, Lia se viu cada vez mais envolvida com a gastronomia. A jornalista não só conseguiu a tão sonhada formação na área há três anos, como hoje é também coordenadora do curso na faculdade Maurício de Nassau, na capital Teresina. “Consegui unir o melhor dos dois mundos. Foi um casamento perfeito. Consegui aliar minha paixão pela cozinha e minha experiência com comunicação para agora passar esse conhecimento em ambiente escolar.”O amor pela cozinha não para por aí. Até o final do ano Lia abrirá outros três cafés que levam seu sobrenome. O primeiro já está em funcionamento. “É difícil se dividir em tantas funções e, agora, ao empreendedorismo, mas não posso reclamar. É o que amo fazer.”






