Coleguinha: Os animais de Sílvia Corrêa e os pacientes de Walkiria Tognoli
DOUTORA PET Em novembro de 2011, Sílvia Corrêa pediu demissão da TV Gazeta, onde chefiava a redação e apresentava o telejornal da casa desde março daquele ano.
Atualizado em 11/01/2013 às 18:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
2011, Sílvia Corrêa pediu demissão da TV Gazeta, onde chefiava a redação e apresentava o telejornal da casa desde março daquele ano. Era hora de cumprir os créditos de estágio obrigatórios do curso de veterinária, tarefa que acaba de finalizar após idas e vindas do Hospital da Universidade de São Paulo (USP). O curso foi uma virada na vida da jornalista, que trabalha em redação desde os 16 anos. “Entrei no Notícias Populares, que era da Folha, no mesmo ano em que entrei no jornalismo da USP. Hoje, tenho 20 anos de Grupo Folha.” Além do NP, Sílvia passou pela Folha da Tarde, Agora São Paulo e Folha de S.Paulo, onde foi repórter de política e de Brasil. Em 2004, a convite de Boris Casoy, chegou à reportagem do “Jornal da Record”. Atuou ainda na produção do “Jornal Nacional” e na reportagem do SBT, da TV Cultura, chegando, por fim, à Gazeta. Quando editava a primeira página do Agora São Paulo – já cursando veterinária –, ganhou sua primeira coluna sobre animais, espaço, mais tarde, transferido para a Folha, onde escreve quinzenalmente. No momento, decide em qual área fará residência: clínica ou cirúrgica. O foco ela já sabe: são pequenos animais, como cães e gatos. Sem cogitar largar a coluna, deixa as portas abertas para os telejornais ou programas sobre os animaizinhos. Ressalta, porém, que na nova fase a prioridade são eles. “Não fiz Veterinária para fazer programa de bicho. Se der para conciliar, legal; se não der, quero cuidar deles”, finaliza a doutora.
ENTRE GRAVADORES E PACIENTES
Ainda no ensino médio, Walkiria Tognoli se apaixonou pelo jornalismo. “Fiz o curso ‘Redator Técnico’, que deveria servir para auxiliar nas redações e correções, mas este nunca foi reconhecido, e a minha turma, em 1998, foi a última.” A batalha pelo sonho de viver nas redações não parou por aí. Para bancar a faculdade, trabalhou como auxiliar de enfermagem no hospital Sírio-Libanês, o mesmo em que fazia seu curso técnico. “Não foi fácil. Entrava no Sírio às 7h para trabalhar e saía às 13h de motocicleta para a faculdade, que ficava em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. As aulas começavam às 14h e terminavam às 18h. Depois, ainda voltava para o Sírio, já que o curso técnico começava às 19h e acabava às 23h.” A formatura veio, enfim, em agosto de 2011.
Atualmente mãe de três filhos – sua “terceira profissão” –, acabou encontrando mais segurança para sustentá-los com o salário de técnica de enfermagem. Mas não abandonou totalmente as letras. Contribuiu para o Diário do Grande ABC, além de ter ficado com o segundo lugar do XXVII Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo. “Sei que ainda vou crescer e aprender muito na área de jornalismo. Se ficar tão boa quanto sou na enfermagem, já me dou por satisfeita.”

ENTRE GRAVADORES E PACIENTES
Ainda no ensino médio, Walkiria Tognoli se apaixonou pelo jornalismo. “Fiz o curso ‘Redator Técnico’, que deveria servir para auxiliar nas redações e correções, mas este nunca foi reconhecido, e a minha turma, em 1998, foi a última.” A batalha pelo sonho de viver nas redações não parou por aí. Para bancar a faculdade, trabalhou como auxiliar de enfermagem no hospital Sírio-Libanês, o mesmo em que fazia seu curso técnico. “Não foi fácil. Entrava no Sírio às 7h para trabalhar e saía às 13h de motocicleta para a faculdade, que ficava em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. As aulas começavam às 14h e terminavam às 18h. Depois, ainda voltava para o Sírio, já que o curso técnico começava às 19h e acabava às 23h.” A formatura veio, enfim, em agosto de 2011.
Atualmente mãe de três filhos – sua “terceira profissão” –, acabou encontrando mais segurança para sustentá-los com o salário de técnica de enfermagem. Mas não abandonou totalmente as letras. Contribuiu para o Diário do Grande ABC, além de ter ficado com o segundo lugar do XXVII Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo. “Sei que ainda vou crescer e aprender muito na área de jornalismo. Se ficar tão boa quanto sou na enfermagem, já me dou por satisfeita.”






