Colégio de Jornalistas e RSF cobram providências sobre agressões no Chile
O Colégio de Jornalistas do Chile e a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) pediram providências contra agressões e detenções de jornalistas ocorridas no país recentemente.
Atualizado em 19/09/2011 às 15:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
As informações são do .
Os ataques contra jornalistas, durante manifestações no Chile, foram destacados pela RSF, que classifica as detenções como "abusos policiais", algo que não costumava acontecer. "As detenções arbitrárias e as agressões contra jornalistas durante as manifestações eram raras até três semanas atrás", lembrou a organização.
Ataques aos profissionais de imprensa têm sido denunciados diversas vezes, segundo o Colégio de Jornalistas. "Colegas estão suportando não apenas agressões verbais, mas também físicas, e com grave destruição de seu material e de suas ferramentas de trabalho, em situações de conflito social ou de manifestações públicas", disse o presidente da entidade, Marcelo Castillo. Ele ainda acrescentou que "a detenção de jornalistas, simplesmente pelo ato de reportar, constitui um atentado grave à liberdade de expressão, que denunciaremos nacional e internacionalmente enquanto essa situação não for corrigida".
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Os ataques contra jornalistas, durante manifestações no Chile, foram destacados pela RSF, que classifica as detenções como "abusos policiais", algo que não costumava acontecer. "As detenções arbitrárias e as agressões contra jornalistas durante as manifestações eram raras até três semanas atrás", lembrou a organização.
Ataques aos profissionais de imprensa têm sido denunciados diversas vezes, segundo o Colégio de Jornalistas. "Colegas estão suportando não apenas agressões verbais, mas também físicas, e com grave destruição de seu material e de suas ferramentas de trabalho, em situações de conflito social ou de manifestações públicas", disse o presidente da entidade, Marcelo Castillo. Ele ainda acrescentou que "a detenção de jornalistas, simplesmente pelo ato de reportar, constitui um atentado grave à liberdade de expressão, que denunciaremos nacional e internacionalmente enquanto essa situação não for corrigida".
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