Coleção "Intoxicações" revive os subterrâneos da literatura
Coleção "Intoxicações" revive os subterrâneos da literatura
Atualizado em 26/04/2005 às 10:04, por
Redação Portal Imprensa.
Para os fãs de literatura marginal, andarilhos do centro da cidade que caminham de sebo em sebo atrás de escritos de Allen Ginsberg, Jack Kerouak, Charles Bukowisk, Hunter S. Thompson, dentre outros, chegou este mês ao mercado a coleção "Intoxicações". Lançado pela editora Ediouro, a coleção traz 3 livros que resgatam os escritos mais íntimos da relação ser humano e drogas, num tempo em que "a droga era usada com fins outros, filosóficos, místicos e estéticos, quando não existenciais, que não o mero entorpecimento dos sentidos misturado ao vendaval de "narcomercancia" a ocorrer nos dias de hoje, sem romantismo e propósito algum, a não ser grana", como define o prefácio da coleção escrito por Joca Reiners Terron.
Os livros:
-"Confissões de um Comedor de Ópio" de Thomas de Quincey. Escrito em 1821, o livro narra a vida do autor e as suas experiências com o ópio, além de retratar diversas reflexões sobre a relação dos sonhos com o inconsciente. Quincey foi jornalista e por muito tempo viveu na rua, conheceu a fome e o abandono. Segundo Andre Breton, "ninguém demonstrou compaixão mais profunda pela miséria humana do que Quincey".
Preço: R$44,90
-"Junky" de William Burroughs, um dos principais ícones do movimento beatnicks. Escrito em 1953 esta nova edição baseia-se na edição americana de 2003, da Penguin: junky - the definitive text of junk, comemorativa do qüinquagésimo aniversário da obra. Assim como o livro americano, traz um capítulo inédito; a introdução do próprio Burroughs, nunca antes publicada; textos auxiliares de Ginsberg e outros; e baseia-se na transcrição, palavra por palavra, dos manuscritos originais.
Preço: R$44,90
-"Paraísos Artificiais" de Charles Baudelaire. Este livro - uma tradução de José Saramago - retrata um jeito mais romântico de ver a relação do homem com as drogas. O livro é inspirado na convivência de Baudelaire com seus amigos franceses em diversas experiências com ópio, haxixe e vinho. "Baudelaire sugeria que o homem busca nas drogas a sua essência divina, mas com isso apenas consegue manifestar o lado mais bestial de sua "depravação natural" e do "espírito do mal", explica Terron no prefácio da obra.
Preço: R$34,90
Os livros:
-"Confissões de um Comedor de Ópio" de Thomas de Quincey. Escrito em 1821, o livro narra a vida do autor e as suas experiências com o ópio, além de retratar diversas reflexões sobre a relação dos sonhos com o inconsciente. Quincey foi jornalista e por muito tempo viveu na rua, conheceu a fome e o abandono. Segundo Andre Breton, "ninguém demonstrou compaixão mais profunda pela miséria humana do que Quincey".
Preço: R$44,90
-"Junky" de William Burroughs, um dos principais ícones do movimento beatnicks. Escrito em 1953 esta nova edição baseia-se na edição americana de 2003, da Penguin: junky - the definitive text of junk, comemorativa do qüinquagésimo aniversário da obra. Assim como o livro americano, traz um capítulo inédito; a introdução do próprio Burroughs, nunca antes publicada; textos auxiliares de Ginsberg e outros; e baseia-se na transcrição, palavra por palavra, dos manuscritos originais.
Preço: R$44,90
-"Paraísos Artificiais" de Charles Baudelaire. Este livro - uma tradução de José Saramago - retrata um jeito mais romântico de ver a relação do homem com as drogas. O livro é inspirado na convivência de Baudelaire com seus amigos franceses em diversas experiências com ópio, haxixe e vinho. "Baudelaire sugeria que o homem busca nas drogas a sua essência divina, mas com isso apenas consegue manifestar o lado mais bestial de sua "depravação natural" e do "espírito do mal", explica Terron no prefácio da obra.
Preço: R$34,90






