Coisas que irritam
Coisas que irritam
Atualizado em 22/10/2010 às 15:10, por
Lucia Faria.
Há muitas situações que nos irritam diariamente, mas nem tudo pode ser compartilhado. Caso contrário, podemos passar imagem de intransigentes, chatos e mal humorados. É como as pessoas que descarregam suas mágoas no Facebook ou no Twitter. Viram uns malas sem alça nem rodinhas. Em todo caso, arrisco aqui algumas situações que realmente têm incomodado recentemente. Há várias outras, certamente, mas isso eu vou guardar para mim. Vocês não merecem tantas tristezas, pois já têm as suas para carregar.
Algumas situações:
Por que alguns palestrantes insistem em vender a sua empresa ao público ao invés de se ater ao tema proposto? Nada é mais incômodo do que usar o tempo no palco com essa finalidade. A gente paga para assistir a uma palestra, acha o tema interessante e, chegando lá, só ouve o discurso em causa própria. Cabe aos organizadores terem conversa franca previamente com os convidados e deixarem claro que isso é inadmissível.
Gente que interrompe reunião a todo o momento para atender celular. Falta de educação completa. Numa emergência, tudo bem. Mas será que a vida dessa pessoa é só emergência? Ou ela é que se acha muito importante? Vale para executivos, alunos em sala de aula e todo o resto...
Pedir urgência para envio de proposta comercial e não dar feedback depois. A gente corre para apresentar um plano, que era "para ontem", e depois o prospect nunca mais dá as caras. Sequer uma satisfação. Mais comum do que muitos imaginam.
"Amigos" que só lembram da gente quando estão desempregados. Quando o telefone toca e você ouve a voz da pessoa do outro lado já sabe que ela está em busca de nova oportunidade. Depois que se recoloca, esquece de você novamente. Isso acontecer uma vez ou outra até é perdoável, pois a vida corrida nos distancia mesmo. Duro é aquele que faz isso sempre.
Pessoas que durante evento profissional falam com a gente, mas ficam o tempo todo olhando ao redor para ver se acha alguém mais "interessante" para manter contato. Claro que networking é fundamental, mas esse comportamento é bem chato. Da última vez que isso aconteceu me senti tão interessante quanto um estepe.
Profissionais que não entendem o nosso limite na relação com os jornalistas. Acham que temos mais poder do que nos é permitido. É como se pudéssemos mandar nos colegas: determinar pauta, horário da entrevista, foco da matéria e ainda lesse o texto antes da publicação. Ah, e exigir a publicação no final de semana, quando o jornal amplia a tiragem.
Por fim, uma coisa irritante que você pode achar a mais completa bobagem e que não tem nada a ver com o foco desse espaço: não dar bom dia, boa tarde ou boa noite no elevador. Custa?
Algumas situações:
Por que alguns palestrantes insistem em vender a sua empresa ao público ao invés de se ater ao tema proposto? Nada é mais incômodo do que usar o tempo no palco com essa finalidade. A gente paga para assistir a uma palestra, acha o tema interessante e, chegando lá, só ouve o discurso em causa própria. Cabe aos organizadores terem conversa franca previamente com os convidados e deixarem claro que isso é inadmissível.
Gente que interrompe reunião a todo o momento para atender celular. Falta de educação completa. Numa emergência, tudo bem. Mas será que a vida dessa pessoa é só emergência? Ou ela é que se acha muito importante? Vale para executivos, alunos em sala de aula e todo o resto...
Pedir urgência para envio de proposta comercial e não dar feedback depois. A gente corre para apresentar um plano, que era "para ontem", e depois o prospect nunca mais dá as caras. Sequer uma satisfação. Mais comum do que muitos imaginam.
"Amigos" que só lembram da gente quando estão desempregados. Quando o telefone toca e você ouve a voz da pessoa do outro lado já sabe que ela está em busca de nova oportunidade. Depois que se recoloca, esquece de você novamente. Isso acontecer uma vez ou outra até é perdoável, pois a vida corrida nos distancia mesmo. Duro é aquele que faz isso sempre.
Pessoas que durante evento profissional falam com a gente, mas ficam o tempo todo olhando ao redor para ver se acha alguém mais "interessante" para manter contato. Claro que networking é fundamental, mas esse comportamento é bem chato. Da última vez que isso aconteceu me senti tão interessante quanto um estepe.
Profissionais que não entendem o nosso limite na relação com os jornalistas. Acham que temos mais poder do que nos é permitido. É como se pudéssemos mandar nos colegas: determinar pauta, horário da entrevista, foco da matéria e ainda lesse o texto antes da publicação. Ah, e exigir a publicação no final de semana, quando o jornal amplia a tiragem.
Por fim, uma coisa irritante que você pode achar a mais completa bobagem e que não tem nada a ver com o foco desse espaço: não dar bom dia, boa tarde ou boa noite no elevador. Custa?






