COI afirma que não aceitará acordos de restrição à internet para jornalistas
COI afirma que não aceitará acordos de restrição à internet para jornalistas
A discussão em torno do livre acesso à internet pelos jornalistas responsáveis pela cobertura dos Jogos Olímpicos de Pequim continua no foco das argumentações do Comitê Olímpico Internacional (COI) à organização do evento.
Nesta segunda-feira (04), o COI informou que pediu que a imprensa tenha o "total acesso possível para informar sobre os Jogos Olímpicos" e que "não há acordo de nenhum tipo para aceitar restrições". Isto porque o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Pequim (Bocog, em inglês) voltou atrás da decissão de liberar o acesso à internet e declarou que seriam bloqueados sites de conteúdo que vai contra o "interesse nacional chinês".
Em comunicado, ainda, o COI reforçou que seus "pedidos às cidades organizadoras sobre este assunto sempre são os mesmos e não se modificaram desde que o COI assinou um contrato com Pequim em 2001". "Quando os Jogos de 2008 foram concedidos a Pequim o COI pediu que fosse permitida à imprensa o total acesso para noticiar sobre os Jogos e o disse que se encarregaria disto.".
No que foi informado, a imprensa credenciada tem acesso ao site em mandarim da "BBC", à Wikipedia e às páginas de várias ONGs e de grupos de pressão a partir do Centro Principal de Imprensa em Pequim e de outras sedes olímpicas. "Isto não tem precedentes", acrescenta o texto.
Com informações da EFE
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