Cobertura da imprensa faz com que Justiça britânica torne processo público
A Justiça da Inglaterra decidiu, no último dia 17 de dezembro, divulgar todos os detalhes sobre o caso da turista que foi submetida a uma cesárea forçada e obrigada a entregar sua filha para adoção.
Atualizado em 06/01/2014 às 19:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Graças a repercussão na mídia, o caso hoje não tramita mais em segredo de Justiça e apenas o nome da criança deve ser preservado.
Segundo o Consultor Jurídico, tudo começou quando a italiana Alessandra Pacchieri foi internada num hospital psiquiátrico na Inglaterra por ordem judicial, após um surto psicótico, que ela descreveu como um ataque de pânico, dias depois de chegar ao país como visitante. Alessandra estava no estágio final da gravidez.
Pouco mais de um mês depois, o hospital recorreu à Justiça pedindo autorização para submeter Alessandra a uma cesárea. O procedimento foi autorizado, mesmo sem seu consentimento. Após o nascimento, a criança foi encaminhada para adoção. Desde então, Alessandra luta nos tribunais ingleses e italianos para reaver a guarda da filha.
Quando o caso virou manchete em dois jornais de grande circulação na Inglaterra, não demorou para que a maior parte da imprensa local cobrisse o assunto, criticando a Justiça inglesa e divulgando relatos imprecisos e tendenciosos.
O juiz britânico James Munby decidiu, por fim, no último dia 17 de dezembro, que o caso não seria mais tratado como segredo de Estado. A imprensa agora tem total liberdade para divulgar informações sobre o processo, assim como Alessandra está liberada para dar entrevistas. A única restrição imposta pelo juiz foi a de manter o nome da filha de Alessandra em sigilo.
Segundo o Consultor Jurídico, tudo começou quando a italiana Alessandra Pacchieri foi internada num hospital psiquiátrico na Inglaterra por ordem judicial, após um surto psicótico, que ela descreveu como um ataque de pânico, dias depois de chegar ao país como visitante. Alessandra estava no estágio final da gravidez.
Pouco mais de um mês depois, o hospital recorreu à Justiça pedindo autorização para submeter Alessandra a uma cesárea. O procedimento foi autorizado, mesmo sem seu consentimento. Após o nascimento, a criança foi encaminhada para adoção. Desde então, Alessandra luta nos tribunais ingleses e italianos para reaver a guarda da filha.
Quando o caso virou manchete em dois jornais de grande circulação na Inglaterra, não demorou para que a maior parte da imprensa local cobrisse o assunto, criticando a Justiça inglesa e divulgando relatos imprecisos e tendenciosos.
O juiz britânico James Munby decidiu, por fim, no último dia 17 de dezembro, que o caso não seria mais tratado como segredo de Estado. A imprensa agora tem total liberdade para divulgar informações sobre o processo, assim como Alessandra está liberada para dar entrevistas. A única restrição imposta pelo juiz foi a de manter o nome da filha de Alessandra em sigilo.





