COB, CBF e governos estadual e municipal do Rio decretam luto pela morte de Armando Nogueira

COB, CBF e governos estadual e municipal do Rio decretam luto pela morte de Armando Nogueira

Atualizado em 29/03/2010 às 15:03, por Redação Portal IMPRENSA.

*Informações atualizadas às 18h58

Os governos do estado e da cidade do Rio de Janeiro, assim como a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) decretaram luto oficial de três dias pela morte do jornalista e cronista esportivo Armado Nogueira, falecido na manhã desta segunda-feira (29).

Em nota divulgada pela assessoria de imprensa da Prefeitura, o governador do Rio, Sérgio Cabral, e o prefeito da captial, Eduardo Paes, sublinharam que Nogueira foi "um acreano que, na juventude, veio morar no Rio de Janeirio e se transformou em um dos ícones do Jornalismo do país, cujo texto se confunde com os melhores momentos do futebol brasileiro", segundo informa o site de O Globo.

Ricardo Teixeira, presidente da CBF, observou que "lamenta profundamente a morte do brilhante cronista, um dos mais importantes jornalistas brasileiros, com trajetória profissional marcante nas mais conceituadas empresas de comunicação do país".

Teixeira determinou, ainda, que se faça um minuto de silêncio nos jogos da Copa do Brasil, na próxima quarta-feira (31), em respeito à contribuição do jornalista ao futebol.

Já o COB determinou que as bandeiras hasteadas em frente ao prédio do comitê, localizado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, e na Vila Sul-Americana dos Jogos de Medellín-2010, fiquem a meio mastro durante os próximos dias.

"Hoje é um dia muito triste para todos nós. O esporte olímpico brasileiro deve muito ao Armando Nogueira, que além de um profissional exemplar, servindo de modelo para várias gerações de jornalistas, sempre foi um entusiasta do esporte", disse Carlos Arthur Nuzman, presidente da entidade.

"Pela visão que sempre demonstrou, por sua paixão pelo esporte e pela sensibilidade para tratar este tema, tenho a certeza de que o Armando Nogueira ficará para sempre na história do esporte e, sobretudo, do jornalismo brasileiro", completou Nuzman.

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