Clovis Rossi, Marcelo Tas, entre outros jornalistas contam seus desejos para 2014
Todo começo de ano é inevitável fazer as invariáveis listas de “intenções” e de desejos para o período que começa. Por essa razão, IMPRENSA convidou alguns jornalistas para escreverem breves bilhetes destinados a 2014.
Atualizado em 09/01/2014 às 13:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Veja a seguir a última parte dos recados deixados por alguns profissionais da comunicação ao próximo ano.
Crédito:Alf Ribeiro Clóvis Rossi, colunista da Folha de S.Paulo “Que 2014 seja o ano em que alguém, em algum lugar do mundo, descubra um meio de fazer com que se possa ganhar dinheiro com notícias na internet. Mas dinheiro suficiente para manter redações do tamanho da era dourada da mídia impressa. Só esse novo Gutenberg poderia salvar o jornalismo impresso. Amém.”
Crédito:Nino Andrés Vanessa Barbara, colunista da Folha de S.Paulo e do New York Times “Fico feliz que, em 2013, finalmente tenhamos conseguido avançar no debate sobre as políticas de transporte público – que deve ser priorizado, ainda que alguns esperneiem. Espero que 2014 traga políticas efetivas de ampliação da malha metroviária, que é vergonhosa, e que as empresas de ônibus tenham menos lucro à custa do ‘ensardinhamento’ da população. Quero também que o povo continue nas ruas ‘atrapalhando o tráfego’ e exigindo melhores condições de moradia, saúde e educação.”
Crédito:Rodrigo Fuzar
Marcelo Tas, apresentador do programa “CQC” (Grupo Bandeirantes) “Querido 2014, sei que você já é famoso, aguardado e ocupadíssimo. Mesmo assim, faço um pedido: que a imprensa enxergue mais longe. Os seres humanos, mesmo os políticos e jornalistas, não podem ser classificados entre tucano ou petista, PIG ou chapa branca, santo ou demônio. A vida é bem mais complexa que isso. E assim deve ser o jornalismo. Amém.” Crédito:Divulgação Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado “Espero que em 2014 o jornalismo se aprimore ainda mais como atividade essencial para a sociedade como um todo. Que avance a percepção de que informação jornalística é informação bem apurada e bem editada, não importando o meio de distribuição. E que cresça o entendimento de que opinião se forma com informação e análise.”
Crédito:Lindomar Cruz | ABr Eugenio Bucci, professor de jornalismo da ESPM e ECA-USP, e colunista do Estadão “Espero que a imprensa cubra o julgamento do mensalão tucano com o mesmo empenho que cobriu o mensalão do PT.”
Crédito:Divulgação Marcelo Canellas, repórter do Núcleo de Reportagens Especiais do “Fantástico” (Rede Globo) “Meu caro 2014, que estas linhas lhe alcancem saudável e forte. Que seus dias lhe sejam mais solares do que sombrios, com mais fartura do que escassez, com mais riso e menos pranto. E ainda que lhe alcancem, talvez, a morte e o infortúnio, a corrupção e o logro; que lhe venha, em seguida, a redenção da justiça. Bem-vindo!”






