Clique aqui e entre na polêmica: Serginho Groisman, Kajuru, Jornalismo no SBT e Ana Paula Padrão
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Serginho Groisman
Muito boa entrevista, pela simplicidade e objetividade com que Serginho se reporta aos fatos. Com relação à abordagem de temas "batidos" envolvendo jovens nas escolas, ele tem razão. A realidade, porém, de muitas escolas é de um contingente crescente de jovens desmotivados para as questões cruciais da própria vida e da humanidade. As abordagens transversais até que dão um impulso ao debate, com um material didático básico, claro. Mas é bom considerar que sala de aula é quase um "programa" diário, por isso repetitivo, a uma platéia variável de 35 a 60 alunos, sem necessariamente uma boa equipe de assistentes criativos.
O talento aliado ao profissionalismo, com uma base pecuniária portentosa, faz milagres. Tudo isso se reflete num programa televisivo, por exemplo, quando vemos os mesmos adolescentes "desinteressados" ou "indisciplinados" contribuindo nos debates extra-classe, ainda que filmados na própria escola, pelos próprios colegas. Por aí se vê o quanto o Brasil é mesquinho, quando sepulta talentos ao negar dinheiro para subsidiar projetos escolares. Mais barato e cômodo é "sacrificar" o "bode expiatório", seja ele professor, aluno ou a rede pública. Um verdadeiro "apartamento" social. Ainda assim se mostra trabalho, e dos bons.
Só que a mídia prefere domesticar o povão com a mediocridade dominante em nossas telas embosteladas. Depois argumentam cinicamente que "só dão o que o povo pede". Claro! Se foram condicionados a isso durante anos. A televisão brasileira parece um louco em paroxismo esquizofrênico. Ora alimenta, ora envenena. Um mesmo canal alterna entre água limpa e detritos. Temos "Ação", "Provocação", "Vitrine", "Repórter Record", mas também nos dão:"Ratinho", "Faustão", "Malhação", "Márcia","Gugu","Raul Gil","Big Brother" com Bial de brinde, entre tantos outros de todos os canais.
Sinto quando, a exemplo de Groisman, os profissionais da mídia reclamam da censura latente no país, mas negligenciam a promoção da cultura por esses meios concedidos pelo governo (erário republicano), ao ofertarem um subproduto cultural, degenerativo, embotador, disfarçado de "cultura de massa". Resultado: Serginho, de dia (mesmo ganhando menos), mas diariamente, dava mais lucro à cultura dos jovens brasileiros. Enquanto isso, outros "Elias-malucos" estão-se gestando nesse BIG "programa de solução final".
Laércio, professor/gestor escola pública
Pergunta para Serginho Groisman
Boa Noite, Serginho!
Como advogado e conhecedor da Lei de Imprensa , através de um jornal, acabei por ler uma reportagem onde Jorge Kajuru havia sido condenado por crime de calunia a uma pena privativa de liberdade, por falar sobre um time/jogador de futebol na televisão em programa ao vivo. Ora, sendo jornalista e radialista, o direito de opinião e a livre censura ficaram esquecidas pela ditadura do magistrado?
O que você e a Rede Globo diriam, inclusive porque sou um assíduo telespectador do Faustão e tenho, quando posso, assistido seu programa, realmente e interessante ao publico jovem. E se puder gostaria de ver e ouvir um dia em seu programa o Alceu Valença, Belchior e Rolando Boldrin.
Dr.William Gurzoni, advogado
Dano Moral
Realmente a indústria do dano moral é um absurdo. Mas o problema está nos pedidos abusivos e concessões de gratuidade, logo não há sucumbência e estimula-se as aventuras jurídicas. Soluções foram apresentadas pelo Dep. Pastor Reinaldo, limitando a gratuidade e criando limites. Uma outra solução seria a implantação de júris populares para julgar se houve dano moral, e os valores seriam fixados pelo juiz de carreira. A constituição federal não proíbe o aumento dos julgamentos pelo júri
Júlio Roberto juliorobertos@yahoo.com.br
Jorge Kajuru
A coragem rasgada desse moço, que sempre me pareceu verdadeiro, mexe com o medo de muita gente. Especialmente o medo de perder. E a tal emissora, ao se ver acuada, reagiu com toda sua ira contra a "nudez" a que foi exposta. Kajuru. Parabéns! Ainda bem que a justiça também é verdadeira e não se deixa enrolar por laços medrosa e maldosamente arquitetados.
Edvar Pimenta, aposentado
Jornalismo no SBT
Aquelas lá vou te contar hein! A Ana e a Cynthia, que não devem nem ser formadas em jornalismo, ficam cruzando as pernas a cada noticia. Que vulgaridade!!!! A Ana Paula Padrão e que deve assumir o horário delas.
Janilce Gomes Ribeiro, recepcionista
Jornalismo no SBT 2
Gostei muito da expressão "pernas de fora" que o jornalista usou para se referir a Cynthia Benini e a Analice Nicolau. Assisti ao telejornal apresentado por ambas uma vez só, mas estou de acordo com o conteúdo: é um bom telejornal. Entretanto, não tem como não reparar nos trajes das duas, inapropriados para a profissão de jornalista.
Monique Rosa, estudante
Ana Paula Padrão
Gostei bastante dos esclarecimentos da jornalista, pois falar ao público a verdade dos fatos, matéria prima do seu trabalho, só reforça e justifica sua atitude. A entrevista foi bastante esclarecedora e com certeza sanou a curiosidade e maldade dos fofoqueiros de plantão.
Noelly Silveira, assessora de imprensa da Prefeitura Municipal de Condado-PE
Ana Paula Padrão 2
Toda mudança é válida, ainda mais quando o salário é melhor. A emissora tem condições de bons investimentos, mas na filosofia da empresa o jornalismo não é prioridade. O SBT não tem tradição no jornalismo e por diversas vezes tentou implantar telejornais que não deram certo, será que agora muda? A questão é: o contrato é de quatro anos, mas quem garante que ela fica no ar?
Carlos Eduardo, Repórter Cinematográfico, Rede Vanguarda
Ana Paula Padrão 3
Acabei de ler a entrevista com a jornalista Ana Paula Padrão e me deixou um pouco triste, não em relação a mudança de emissora, mas referente ao horário. Eu trabalho em dois lugares e a noite vou a faculdade, já era de praxe eu chegar em casa e ligar a TV no Jornal da Globo. E agora Ana Paula? O que será de mim? Estou no último ano do curso de jornalismo, e assistir o jornal e com a Aninha completava o que ficava a desejar, pois só tinha esse horário. Sei que ela sai e entra outro, mas com certeza jamais a substituirá.
Marcio Fidélis, estagiário de jornalismo - Fecomércio- MT
Capa de G Magazine
Acho que o Jean tem mesmo que aproveitar a oportunidade que a imprensa está dando a ele de divulgar o seu trabalho e sua imagem. O Brasil é um país que discrimina a todas as minorias, mas que está aprendendo a reconhecer que o fato de ser minoria não significa que a pessoa não tenha caráter nem personalidade. O Jean é uma pessoa de caráter e também tem provado que tem muita cultura. Vai longe esse rapaz.
Valdeck Almeida de Jesus, Poeta e Escritor
Atuch
Me solidarizo com o companheiro Leonardo Attuch, jornalista que conheci na redação do Estado de Minas quando exerceu, com muito brilhantismo, o cargo de Editor de Economia. Conheço a retidão de seu caráter e a sua postura de dignidade com que sempre exerceu a nobre atividade de informar. A sua altivez, a sua honra não permitirá que atitudes mesquinhas como esta da Veja, manche a sua grande imagem. Coragem e muita fé grande amigo. Daqui de Minas continuo a acompanhar a sua grande trajetória profissional.
William Santos, assessor de imprensa/Cohab-MG
Quem é Soninha?
Ao abrir a edição nº 200, de abril de 2005, da estimada revista IMPRENSA, tive algumas surpresas. A primeira delas foi encontrar na chamada de capa da revista a ex-VJ e atual vereadora Sonia Francine misturada a ícones da história do jornalismo brasileiro como Ricardo Kotscho, Clóvis Rossi, Juca Kfouri, Paulo Caruso e outros.
A primeira pergunta que me veio à cabeça foi: Quem é Soninha? Não tenho nada contra a pessoa Sônia Francine, mas ela está longe de merecer um lugar em uma edição especial que faz referência ao dia 7 de abril. Se Veja não tivesse publicado em sua capa a frase "Eu fumo maconha", ela ainda seria uma ilustre desconhecida do grande público e não teria a visibilidade que deram para ela desde então. Não concordo com esta prática corrente e comum no Brasil. Elevar a ícones personagens criados pela polêmica e não, necessariamente pela história, competência ou carreira.
Outra surpresa foi a desproporção entre capa e as "antológicas entrevistas". Quantos leitores será que compraram esta revista para ler tais entrevistas e encontraram em seu interior "antológicas" entrevistas superficiais de duas ou quatro perguntas?
Aprecio e continuarei a apreciar esta publicação, mas como veículo de referência que fala da própria imprensa, penso que um maior cuidado deveria ser tomado em futuras edições.
Fernando Garilli, estudante de Jornalismo - SP






