Clima político faz GloboNews crescer 92% em audiência no primeiro semestre deste ano
A GloboNews cresceu 92% no primeiro semestre deste ano, em comparação ao mesmo período de 2015, apontou uma pesquisa do Ibope. Os números mostram que mais de 36 milhões de pessoas já passaram pelo canal.
Atualizado em 11/07/2016 às 17:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
semestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2015, apontou uma pesquisa do Ibope. Os números mostram que mais de 36 milhões de pessoas já passaram pelo canal.
Crédito:Reprodução Emissora desconstruiu a grade para acompanhar o clima político 24 horas
De acordo com a Folha de S.Paulo , os resultados indicam o sucesso da estratégia adotada pela diretora-geral, Eugênia Moreyra, nos últimos quatro anos. "A TV aberta não faz isso, tem uma grade. Durante toda toda essa cobertura da crise política, a nossa grade não existiu. Chegamos a ter 14 horas de transmissão ao vivo, seguidas", ressalta.
Eugênia nega que os colaboradores têm a mesma opinião. Segundo ela, o canal "põe pessoas do mesmo ambiente, mesma classe social, pessoas do meio universitário", mas que busca diversificar a equipe.
A emissora também investiu em um aplicativo para abrir o noticiário com informações e vídeos enviados de comunidades de periferia. "Por exemplo, na ocupação das escolas a gente recebeu várias matérias e botou no ar. Matérias feitas pelos estudantes que estavam ocupando."
Para a diretora-geral, a cobertura explica os índices de audiência deste ano. "A gente tem trabalhado essa coisa do vivo, do pulsante. E evidentemente, num momento como a crise que a gente vive, que já está no finalzinho talvez, não mais no auge, mas uma crise como essa é claro que desperta", completa.
Crédito:Reprodução Emissora desconstruiu a grade para acompanhar o clima político 24 horas
De acordo com a Folha de S.Paulo , os resultados indicam o sucesso da estratégia adotada pela diretora-geral, Eugênia Moreyra, nos últimos quatro anos. "A TV aberta não faz isso, tem uma grade. Durante toda toda essa cobertura da crise política, a nossa grade não existiu. Chegamos a ter 14 horas de transmissão ao vivo, seguidas", ressalta.
Eugênia nega que os colaboradores têm a mesma opinião. Segundo ela, o canal "põe pessoas do mesmo ambiente, mesma classe social, pessoas do meio universitário", mas que busca diversificar a equipe.
A emissora também investiu em um aplicativo para abrir o noticiário com informações e vídeos enviados de comunidades de periferia. "Por exemplo, na ocupação das escolas a gente recebeu várias matérias e botou no ar. Matérias feitas pelos estudantes que estavam ocupando."
Para a diretora-geral, a cobertura explica os índices de audiência deste ano. "A gente tem trabalhado essa coisa do vivo, do pulsante. E evidentemente, num momento como a crise que a gente vive, que já está no finalzinho talvez, não mais no auge, mas uma crise como essa é claro que desperta", completa.





