Claudia Cruz pede à Justiça para não ser investigada por Sergio Moro
Nesta segunda-feira (7/3), os advogados da jornalista Claudia Cruz, esposa do deputado e presidente da Câmara, Eduardo Cunha, pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que ela não seja investigada pelo juiz Sergio Moro, conforme havia pedido a Procuradoria Geral da República (PGR).
Atualizado em 07/03/2016 às 18:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
da jornalista , esposa do deputado e presidente da Câmara, Eduardo Cunha, pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que ela não seja investigada pelo juiz Sergio Moro, conforme havia pedido a Procuradoria Geral da República (PGR).
Crédito:Reprodução Defesa da jornalista pede para que ela não seja investigada por Sergio Moro
Segundo a Folha de S.Paulo , Rodrigo Janot, procurado-geral da República apresentou apresentou uma segunda denúncia contra Cunha e seus familiares por suspeita de o deputado tenha recebido R$ 5 milhões de propina no esquema de corrupção da Petrobras.
Janot solicitou que o caso fique a cargo de Moro, uma vez que uma das quatro contas encontradas na Suíça está em nome da jornalista, tendo como beneficiária uma de suas filhas, Danielle Dytz da Cunha.
A defesa acredita que o pedido de Janot dificultará a apuração do caso, pois "exigiria uma duplicidade de esforços probatórios". Porém, a PGR afirma que embora a jornalista se declare como "dona de casa", os gastos de Claudia e de Danielle em lojas de luxo somam R$ 626 mil somente no período de agosto de 2014 a fevereiro de 2015.
Para a acusação, as despesas pessoais de Claudia foram custradas por propina da Petrobras, sendo "completamente incompatíveis como os rendimentos lícitos declarados do denunciado e seus familiares".
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Crédito:Reprodução Defesa da jornalista pede para que ela não seja investigada por Sergio Moro
Segundo a Folha de S.Paulo , Rodrigo Janot, procurado-geral da República apresentou apresentou uma segunda denúncia contra Cunha e seus familiares por suspeita de o deputado tenha recebido R$ 5 milhões de propina no esquema de corrupção da Petrobras.
Janot solicitou que o caso fique a cargo de Moro, uma vez que uma das quatro contas encontradas na Suíça está em nome da jornalista, tendo como beneficiária uma de suas filhas, Danielle Dytz da Cunha.
A defesa acredita que o pedido de Janot dificultará a apuração do caso, pois "exigiria uma duplicidade de esforços probatórios". Porém, a PGR afirma que embora a jornalista se declare como "dona de casa", os gastos de Claudia e de Danielle em lojas de luxo somam R$ 626 mil somente no período de agosto de 2014 a fevereiro de 2015.
Para a acusação, as despesas pessoais de Claudia foram custradas por propina da Petrobras, sendo "completamente incompatíveis como os rendimentos lícitos declarados do denunciado e seus familiares".
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