Cinegrafista húngara quer processar Facebook e refugiado que agrediu
A cinegrafista húngara Petra László, filmada chutando imigrantes que fugiam da polícia na fronteira entre Hungria e Sérvia, informou à agência de notícias russa Izvestia que processará um dos refugiados agredidos por ela e o Facebook.
Atualizado em 21/10/2015 às 11:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
chutando imigrantes que fugiam da polícia na fronteira entre Hungria e Sérvia, informou à agência de notícias russa Izvestia que processará um dos refugiados agredidos por ela e o Facebook.
Crédito:Reprodução Cinegrafista acusa rede social de não apagar mensagens ameaçadoras contra ela
De acordo com o Huffington Post, a jornalista alegou que Osama Abdul Mohsen, de 52 anos, alterou seu depoimento, já que, inicialmente, culpou a polícia pela agressão. "Meu marido quer provar minha inocência. Para ele, é uma questão de honra”, disse.
Petra acredita que o fato do imigrante ter contado histórias diferentes incentivou uma reação negativa contra ela. Quanto ao Facebook, argumenta que a rede social não removeu as ameaças que recebeu, mas tirou do ar grupos criados para apoiá-la.
Após a repercussão do caso, a repórter, que prestava serviços para o canal N1TV, chegou a pedir desculpas pelo seu comportamento. Ela justificou o ato como um "ataque de pânico". "Sinto sinceramente pelo ocorrido (...) praticamente estou em um estado de choque pelo que fiz e pelo que estão fazendo comigo", escreveu em carta enviada à imprensa local.
Crédito:Reprodução Cinegrafista acusa rede social de não apagar mensagens ameaçadoras contra ela
De acordo com o Huffington Post, a jornalista alegou que Osama Abdul Mohsen, de 52 anos, alterou seu depoimento, já que, inicialmente, culpou a polícia pela agressão. "Meu marido quer provar minha inocência. Para ele, é uma questão de honra”, disse.
Petra acredita que o fato do imigrante ter contado histórias diferentes incentivou uma reação negativa contra ela. Quanto ao Facebook, argumenta que a rede social não removeu as ameaças que recebeu, mas tirou do ar grupos criados para apoiá-la.
Após a repercussão do caso, a repórter, que prestava serviços para o canal N1TV, chegou a pedir desculpas pelo seu comportamento. Ela justificou o ato como um "ataque de pânico". "Sinto sinceramente pelo ocorrido (...) praticamente estou em um estado de choque pelo que fiz e pelo que estão fazendo comigo", escreveu em carta enviada à imprensa local.





