Cinegrafista da NBC se recupera do ebola e diz que relatará experiência em blog
Mukpo recebeu um medicamento experimental por transfusão de sangue
Atualizado em 14/10/2014 às 10:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
O cinegrafista americano Ashoka Mukpo, 33, que contraiu ebola na Libéria, publicou na última segunda-feira (13/10) uma mensagem em sua no Twitter informando que se sente melhor e que pretende criar um blog para relatar sua experiência.
Crédito:Reprodução/Twitter Cinegrafista quer contar sua luta contra o ebola em blog
"De volta ao Twitter, sinto que estou a caminho de recuperar a saúde", escreveu. "Publicarei alguns pensamentos esta semana. Muito obrigado pelas boas vibrações", acrescentou. O profissional disse ainda que prepara um blog, batizado de "Diários do Ebola", no qual reunirá material de repórteres que estão acompanhando a situação da Libéria há algum tempo.
Segundo a AFP, Mukpo, que foi repatriado para ser tratado em seu país, trabalhava como cinegrafista freelancer para o canal NBC News em Monróvia, quando foi infectado pela doença que, até o momento, matou mais de quatro mil pessoas no oeste da África.
de Kent Brantly, médico americano que sobreviveu à doença também contraída na Libéria. "Agora que vivi em primeira mão uma doença desse tipo, me dói mais ainda ver a pouca atenção que os doentes estão recebendo na África Ocidental", ponderou.
Crédito:Reprodução/Twitter Cinegrafista quer contar sua luta contra o ebola em blog
"De volta ao Twitter, sinto que estou a caminho de recuperar a saúde", escreveu. "Publicarei alguns pensamentos esta semana. Muito obrigado pelas boas vibrações", acrescentou. O profissional disse ainda que prepara um blog, batizado de "Diários do Ebola", no qual reunirá material de repórteres que estão acompanhando a situação da Libéria há algum tempo.
Segundo a AFP, Mukpo, que foi repatriado para ser tratado em seu país, trabalhava como cinegrafista freelancer para o canal NBC News em Monróvia, quando foi infectado pela doença que, até o momento, matou mais de quatro mil pessoas no oeste da África.
de Kent Brantly, médico americano que sobreviveu à doença também contraída na Libéria. "Agora que vivi em primeira mão uma doença desse tipo, me dói mais ainda ver a pouca atenção que os doentes estão recebendo na África Ocidental", ponderou.





