Cinegrafista atacado por cão da PM será ouvido em audiência pública em Brasília (DF)
O repórter- cinematográfico da TV Bandeirantes Luiz Carlos de Jesus, que foi atacado por um cão da polícia militar de Curitiba (PR), será ouvido em audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos (CDH).
Atualizado em 06/05/2015 às 16:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
Carlos de Jesus, que foi atacado por um cão da polícia militar de Curitiba (PR), será ouvido em audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos (CDH).
Crédito:Reprodução Comissão de Direitos Humanos ouvirá depoimento de cinegrafista mordido por cão da PM
De acordo com Surgiu, o ataque aconteceu durante uma manifestação dos servidores públicos de Curitiba (PR). O profissional estava na rampa da Assembleia Legislativa do Paraná, ao lado de jornalistas, quando foi mordido por um cão da Tropa de Choque.
A audiência tem como objetivo punir os responsáveis pelo ataque. O profissional também fará parte da Comitê dos Direitos Humanos, que investigará o excesso de violência da Polícia Militar no dia da manifestação.
Ao Sindicato dos Jornalistas do Estado do Paraná (SindjorPR), Jesus diz que enfatizará a questão do tratamento que os profissionais de comunicação têm recebido das autoridades do Paraná. “A impressão é de que estão tentando calar os jornalistas do Paraná. E agora estão tentando provar que fui eu que mordi o cachorro”, ironizou o cinegrafista.
A entidade acompanha o caso de Luiz Carlos de Jesus e de outros repórteres que foram vítimas dos policiais. “O SindijorPR faz parte do comitê de várias entidades e estamos centralizando todas as informações sobre os abusos. Nós também tomaremos todas as medidas possíveis para denunciar as agressões”, garante Gustavo Henrique Vidal, presidente do SindijorPR.
Crédito:Reprodução Comissão de Direitos Humanos ouvirá depoimento de cinegrafista mordido por cão da PM
De acordo com Surgiu, o ataque aconteceu durante uma manifestação dos servidores públicos de Curitiba (PR). O profissional estava na rampa da Assembleia Legislativa do Paraná, ao lado de jornalistas, quando foi mordido por um cão da Tropa de Choque.
A audiência tem como objetivo punir os responsáveis pelo ataque. O profissional também fará parte da Comitê dos Direitos Humanos, que investigará o excesso de violência da Polícia Militar no dia da manifestação.
Ao Sindicato dos Jornalistas do Estado do Paraná (SindjorPR), Jesus diz que enfatizará a questão do tratamento que os profissionais de comunicação têm recebido das autoridades do Paraná. “A impressão é de que estão tentando calar os jornalistas do Paraná. E agora estão tentando provar que fui eu que mordi o cachorro”, ironizou o cinegrafista.
A entidade acompanha o caso de Luiz Carlos de Jesus e de outros repórteres que foram vítimas dos policiais. “O SindijorPR faz parte do comitê de várias entidades e estamos centralizando todas as informações sobre os abusos. Nós também tomaremos todas as medidas possíveis para denunciar as agressões”, garante Gustavo Henrique Vidal, presidente do SindijorPR.





