CIA disponibiliza 11 mil documentos secretos sobre o Brasil
Nos últimos três meses, a agência de inteligência dos Estados Unidos (CIA) liberou para acesso público na internet aproximadamente 11,1 mil
Atualizado em 19/01/2017 às 11:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Nos últimos três meses, a agência de inteligência dos Estados Unidos (CIA) liberou para aproximadamente 11,1 mil documentos que citam o Brasil.
Crédito:Divulgação
De acordo com a Folha de S.Paulo , esses arquivos, produzidos da década de 40 até 1990, fazem parte de estimadas 13 milhões de páginas classificadas com algum grau de sigilo. Entre os documentos estão telegramas, análises semanais e anuais sobre o país, artigos de jornal e recomendações sobre política externa.
Em julho de 1986, a agência desenvolveu um relatório secreto em que tratou dos esforços do PT para deixar de ser "partido dos operários" para ampliar a base de militância e angariar eleitores mais jovens. No documento, a CIA diz que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava "intensificando tratativas" com o ditador de Cuba, Fidel Castro.
Outros papéis mostram interesse sobre programas espaciais e projetos de produção de armas no Brasil, além de um "relatório especial" no qual a agência de inteligência demonstra simpatia à figura do general ditador Emílio Garrastazu Médici.
Crédito:Divulgação
De acordo com a Folha de S.Paulo , esses arquivos, produzidos da década de 40 até 1990, fazem parte de estimadas 13 milhões de páginas classificadas com algum grau de sigilo. Entre os documentos estão telegramas, análises semanais e anuais sobre o país, artigos de jornal e recomendações sobre política externa.
Em julho de 1986, a agência desenvolveu um relatório secreto em que tratou dos esforços do PT para deixar de ser "partido dos operários" para ampliar a base de militância e angariar eleitores mais jovens. No documento, a CIA diz que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava "intensificando tratativas" com o ditador de Cuba, Fidel Castro.
Outros papéis mostram interesse sobre programas espaciais e projetos de produção de armas no Brasil, além de um "relatório especial" no qual a agência de inteligência demonstra simpatia à figura do general ditador Emílio Garrastazu Médici.





