China pune quase 200 pessoas por divulgação de "informações falsas" na web
Autoridades chinesas disseram no último domingo (30/8) que quase 200 pessoas foram punidas por espalhar boatos na internet sobre eventos como a turbulência nos mercados de ações e as explosões neste mês na cidade de Tanjin.
Atualizado em 31/08/2015 às 16:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
O ministério da segurança alegou que os acusados pareceram arrependidos pela atitude. Crédito: Quase 200 pessoas foram punidas na China por disseminar "falsas afirmações" Segundo o Estadão Conteúdo, em nota nesta segunda-feira (31/8), a agência Xinhua disse que o jornalista Wang Xiaolu, da revista Caijing , foi detido por forjar e publicar informações falsas sobre a negociação de ações no país. No domingo (30/8), Wang supostamente confessou que colaborava com outra pessoa para fabricar informações. O repórter e os editores da revista não foram encontrados para comentar o caso.
Em comunicado, o Ministério não identificou a maior parte dos 197 acusados e deu apenas o primeiro nome de alguns deles. Com exceção da informação de que 165 sites e perfis na internet foram bloqueados, não foram divulgados outros dados sobre acusações individuais e as punições.
Entre as informações falsas, segundo as autoridades chinesas, estava a de que um homem havia se suicidado após a queda no mercado de ações em Pequim, e que cerca de 1.300 pessoas morreram após a explosão no depósito, número bem menor do que o oficial, 145 pessoas.
Em comunicado, o Ministério não identificou a maior parte dos 197 acusados e deu apenas o primeiro nome de alguns deles. Com exceção da informação de que 165 sites e perfis na internet foram bloqueados, não foram divulgados outros dados sobre acusações individuais e as punições.
Entre as informações falsas, segundo as autoridades chinesas, estava a de que um homem havia se suicidado após a queda no mercado de ações em Pequim, e que cerca de 1.300 pessoas morreram após a explosão no depósito, número bem menor do que o oficial, 145 pessoas.
Nos últimos meses, o governo tem reforçado o controle do que é publicado na internet. Em julho, foi aprovada uma nova lei de segurança que garante a soberania do país no espaço digital, e outra com controle mais rígido sobre internet doméstica.





