China é pressionada para libertar jornalistas antes de Jogos Olímpicos
China é pressionada para libertar jornalistas antes de Jogos Olímpicos
A imprensa estrangeira está pressionando o governo chinês para libertar antes dos Jogos Olímpicos jornalistas que estão detidos, e já pediu ao Comitê Olímpico que defenda a liberdade de expressão durante o evento.
Políticos, atletas e ativistas exigem que o Comitê Olímpico Internacional (COI) pressione o regime comunista de Pequim para que cumpra o compromisso assumido em 2000 para ganhar a organização dos Jogos Olímpicos deste ano.
Quando concorreu à organização do evento, Pequim prometeu garantir "a abertura em todos os aspectos ao resto do país e a todo o mundo" e "seguir os parâmetros e critérios internacionais".
A Associação Mundial de Jornais afirmou que a China falhou ao não cumprir suas promessas, e lançou um conjunto de anúncios onde os anéis e medalhas que representam as Olimpíadas aparecem algemados.
Os jornais USA Today , Metro (Polônia), Birmingham Mail (Reino Unido), e a agência de notícias russa RIA Novosti utilizaram os anúncios para dar destaque ao apelo e pressionar a China a libertar 30 jornalistas e 50 cyberdissidentes.
"Os nossos colegas dos meios de comunicação na China merecem a nossa solidariedade e apoio em seus esforços corajosos de serem livres e independentes perante uma esmagadora repressão", escreveu Timothy Balding, chefe-executivo da Associação Mundial de Jornais.
A campanha é parte de um esforço internacional para usar os Jogos Olímpicos como forma de chamar a atenção para a censura na China.
Com informações da agência Lusa.
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