Chefe de Imprensa do governo do Irã quer aumentar cooperação com o Itamaraty
Chefe de Imprensa do governo do Irã quer aumentar cooperação com o Itamaraty
Atualizado em 14/03/2011 às 10:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Chefe de Imprensa do governo iraniano, Ali Akbar Javanfekr, está no Brasil com o intuito de aumentar a cooperação com o Secretaria de Comunicação da Presidência e do Itamaraty. Como diretor da agência de notícias estatal Irna, ele deseja abrir um escritório no país. Durante sua visita a São Paulo, Javanfekr concedeu entrevista ao jornal Folha de S. Paulo , na última sexta-feira, e fez comentários a respeito do caso Sakineh, liberdade de imprensa no país e outros assuntos polêmicos como o Holocausto e o programa nuclear do Irã.
O Chefe da Imprensa diz que Dilma Rousseff está "mal informada" a respeito do caso de Sakineh. "Existem 2.500 Sakinehs nas prisões brasileiras, acusadas de homicídio. Nos EUA, uma mulher foi executada recentemente. Se a presidente está preocupada, também podia criticar os EUA.". A presidente brasileira mudou o tom da diplomacia em relação ao governo de seu antecessor e afirmou que a suposta execução de Sakineh seria um ato "bárbaro".
Javanfekr também afirma que o jornalismo é um "trabalho sagrado" e que em seu país os jornalistas não foram impedidos de cobrir manifestações da oposição. "A ONG Repórteres sem Fronteiras coloca o Irã como o quarto pior país do mundo para a imprensa (...). Convidamos vocês jornalistas a visitar nosso país e ver de perto a situação. Jornalismo é um trabalho sagrado. Esses relatórios são tendenciosos e irreais. Sabemos quem os patrocina (os sionistas)".
Ali Akbar, 51 anos, é responsável por coordenar a comunicação do governo iraniano e atua também como diretor da agência de notícias estatal Irna, desde 2010. Ele é um dos principais conselheiros do presidente Mahmoud Ahmadinejad.
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O Chefe da Imprensa diz que Dilma Rousseff está "mal informada" a respeito do caso de Sakineh. "Existem 2.500 Sakinehs nas prisões brasileiras, acusadas de homicídio. Nos EUA, uma mulher foi executada recentemente. Se a presidente está preocupada, também podia criticar os EUA.". A presidente brasileira mudou o tom da diplomacia em relação ao governo de seu antecessor e afirmou que a suposta execução de Sakineh seria um ato "bárbaro".
Javanfekr também afirma que o jornalismo é um "trabalho sagrado" e que em seu país os jornalistas não foram impedidos de cobrir manifestações da oposição. "A ONG Repórteres sem Fronteiras coloca o Irã como o quarto pior país do mundo para a imprensa (...). Convidamos vocês jornalistas a visitar nosso país e ver de perto a situação. Jornalismo é um trabalho sagrado. Esses relatórios são tendenciosos e irreais. Sabemos quem os patrocina (os sionistas)".
Ali Akbar, 51 anos, é responsável por coordenar a comunicação do governo iraniano e atua também como diretor da agência de notícias estatal Irna, desde 2010. Ele é um dos principais conselheiros do presidente Mahmoud Ahmadinejad.
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