Chefe da sucursal da Reuters em Bagdá deixa o país após expor crimes de guerra
O jornalista Ned Parker, chefe da sucursal de Bagdá da agência de notícias Reuters, foi forçado a deixar o Iraque no fim de semana após milícias sua vida por relatar que um suspeito sob custódia do Estado Islâmico tinha sido assassinado em Tikrit pela polícia nacional iraquiana.
Atualizado em 13/04/2015 às 12:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Reprodução Jornalista denunciou crime de guerra e teve de deixar o Iraque sob ameaças
De acordo com ABC News, Parker partiu em segurança do país, depois que seu nome e foto foram difundidos e publicados na internet por pessoas afiliadas às milícias xiitas que pediram sua expulsão ou morte.
Na semana passada, correspondentes da Reuters estavam presentes quando um suspeito do EI foi linchado até a morte por uma multidão de policiais nacionais iraquianos, que gritavam que estavam vingando um coronel morto pelo grupo terrorista.
O assassinato do prisioneiro na frente dos jornalistas é um dos exemplos mais alarmantes dos tipos de crimes de guerra cometidos com aparente impunidade pelas Forças de Segurança iraquianas, como mostrou uma reportagem investigativa da ABC News, que foi ao ar em março.





